<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960</id><updated>2012-02-06T09:31:16.439-03:00</updated><title type='text'>Rodrigo Vilela.</title><subtitle type='html'>Esse é um espaço pra publicação de alguns de meus devaneios. Em primeira instância, vai conter alguns textos opinativos a respeito de alguns filmes que eu assistir. Mas entendam que não serão apenas artigos e sim, também, crônicas, que propõem uma visão mais pessoal e, às vezes, sem sentido. Com esse propósito inicial, eu inicio os meus rabiscos, e começo a satisfazer uma vontade antiga. Obrigado!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-1880278388526097253</id><published>2011-04-18T13:48:00.000-03:00</published><updated>2011-04-18T13:48:07.279-03:00</updated><title type='text'>Dos calos, das mágoas e das rasteiras</title><content type='html'>Desde sempre, tive a sensação de que chegaria o dia em que eu faria parte das pessoas desconfiadas, frias e descrentes. Falo isso em relação a sentimentos, a relacionamentos - de qualquer tipo, ressalto - e a coração! Para entender melhor, tenho que explicar que quando mais novo, no auge da minha empolgação, descobrimentos e "inocência", eu não entendia por que as pessoas mais velhas - aquelas com quem sempre preferi me relacionar - eram distantes, arredias e, na maioria das vezes, desconfiadas e frias. Confesso, de antemão, que ainda acho isso complicado; mas começo a entender melhor, a sentir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos, paixões, colegas e conhecidos. Muitos foram (e são) os que me falavam sobre desilusões, tombos, rasteiras e decepções... E muitos foram (e são) os que, vira e mexe, estão vivendo as mesmas sensações. Eu mesmo passo a fazer parte deste seleto grupo - leia-se seleto como "a grande maioria". Rs. Último namoro terminou traumaticamente inesquecível, amizades que insistem em decepcionar, fora todos os outros problemas clichês e corriqueiros: família, trabalho e dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo que começo a entender tudo isso, porque passo a determinar prioridades para minha vida - coisa que deveria ter feito desde sempre. Mas ao fazer isso, por não ser acostumado com as praticidades e mandamentos da razão, passo a pensar sob a perspectiva de uma pessoa distante, que passa a enxergar tudo e a todos como se fosse o narrador onisciente de sua própria história de vida. Estou assustado, confesso, "porque (ainda) metade de mim é amor! E a outra metade também!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas defesas aumentaram, fato! Mas mesmo assim, ainda sonho com meu conto de fadas... Não os contos de fadas que ouvimos desde criança, mas o conto de fadas que eu quero para minha vida: o meu conto de fadas! Carrego um coração vazio, cansado, machucado, mas cheio de esperança e, principalmente, tranquilo. Pronto para receber quem realmente mereça... E se não merecer, que pelo menos valha a pena o tempo que durar! Tentarei diminuir o idealismo, e prometo continuar sendo todo amor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-1880278388526097253?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/1880278388526097253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=1880278388526097253' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1880278388526097253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1880278388526097253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2011/04/dos-calos-das-magoas-e-das-rasteiras.html' title='Dos calos, das mágoas e das rasteiras'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-6040153362800455286</id><published>2010-12-17T21:02:00.000-03:00</published><updated>2010-12-17T21:02:21.785-03:00</updated><title type='text'>Às juras de amor eterno</title><content type='html'>Era uma noite de segunda-feira, talvez terça, não me lembro ao certo. Daqueles dias em que você não quer sair da cama, não quer sorrir e muito menos se socializar. Com a chegada da noite, e o peso sufocante que refletia um dia cansativo de expectativas e projeções, eis que surgiu um convite. Um convite para passar a noite em um lago - no meio do lago, para ser mais exato - em um chalé, dentro de um condomínio fechado. De início, a proposta pareceu mais tediosa do que estava sendo aquele dia, mas a mente não podia ficar vazia, já que era a hora do árduo e massante expediente da 'oficina do diabo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 21h30, aproximadamente, quando não se tinha mais nenhuma alternativa, parti rumo àquele encantador lugar. Entre um cigarro e uma Heineken, começamos a conversar. Éramos três, na ocasião... com uma visita de dez minutos, no meio daquela que prometia ser uma noite de risadas contidas e de reflexões pesarosas. Falamos de nós; e nada mais além do que isso! Tínhamos muitas semelhanças, afinidades, mas as diferenças, nesse meio tempo, foram mais significativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por que não consigo me apaixonar por outra pessoa?" "Por que não consigo me entregar de verdade?". Essas perguntas seriam o marco daquela noite, seria nosso ápice, o clímax... e que clima! O preâmbulo dessa conversa começou com a dúvida de que se amor verdadeiro é só um mesmo para toda a vida, e chegamos à nenhuma conclusão. Apesar de acreditar que isso é relativo e efêmero, como grande parte das coisas de nossas vidas. Eu ainda não consegui me entregar, mas eu sei o quanto posso me apaixonar, e sei que posso amar de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí a coisa ficou tensa! Tensíssima! O fantasma do amor, do passado, daquele relacionamento que terminou por causa das diferenças e intolerância, existe na vida de todos aqueles que amaram - ou amam (e muito!), na verdade! Nós três nos questionávamos por que o outro, aquele, aquilo, insistia em reaparecer, nos perturbar, colocar dúvidas em nossas cabeças... Sem perceber, descobríamos uns dos outros que a história se repetia, com suas várias nuances, mas com a mesma essência. E voltávamos a devanear: por que não me apaixono por outro? Por que não consigo amar outra pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois de horas a fio, voltando para casa, percebi que se há amor, há problemas, e que se há problemas, mas ainda há amor, é por que não acabou, e pode se dar uma outra chance, ou duas, ou mais... Enquanto houver amor, e só enquanto houver amor! Mesmo sabendo que pode acabar de novo, sofrer de novo, tem que se dar uma chance. É certo que nem todos mudam, mas se é pra sofrer, que seja de tentar, que seja de insistir, e não de ficar sozinho em casa em uma noite que tem tudo para ser bonita, mas que, na verdade, sufoca o peito, a alma, e esfria a cama vazia. Se for pra sofrer, que seja por amor, por tentar, por se entregar ( e insisto, enquanto houver amor!) e não por esperar que se ame outra pessoa. Que não soframos por esperar por algo que pode não vir, mas que soframos por tocar aquela alma mais uma vez, mesmo que a dúvida assole, e que saibamos, lá no fundo, que o final é iminente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-6040153362800455286?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/6040153362800455286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=6040153362800455286' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6040153362800455286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6040153362800455286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/12/as-juras-de-amor-eterno.html' title='Às juras de amor eterno'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-3536533664711041069</id><published>2010-11-16T17:22:00.000-03:00</published><updated>2010-11-16T17:22:13.463-03:00</updated><title type='text'>Dos relacionamentos que não deram certo</title><content type='html'>De repente, você se pega pensando em como era ser solteiro, sair com os amigos, baladas sem fim, viagens de última hora, mensagens de madrugada e, de vez em quando - o que chegava a ser muito bom -, visitas de madrugada! De repente, você começa a se questionar sobre o lugar onde está, o que está fazendo com a sua vida, e começa a ter dúvida sobre quando se ´perdeu'. Você começa, de repente, a divagar sobre relacionamento, e não consegue entender, sobre qualquer hipótese, o que realmente é certo em uma relação a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você erra, ele erra. Você erra mais ainda, e ele continua errando... Vira uma bola de neve! Isso é o início para se chegar ao inevitável: o final! E, se nessa hora parássemos para pensar no quanto gostávamos da pessoa, o quanto éramos felizes antes de tudo (e de todos), se parássemos para pensar que os erros podem ser remediados e que os relacionamentos amadurecem e se ajeitam, não deixaríamos chegar onde sempre chega. Vivemos em um mundo em que as pessoas se entregam rápido e desistem mais rápido ainda... Por mais clichê que seja, vivemos o imediatismo e não temos paciência e nem maturidade suficientes para lidar com os problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, você desiste de tudo, joga pro alto e parte pra outra. E aí, de repente, você começa a se questionar, se, mais uma vez, você fez a coisa certa, e coloca em xeque se deveria ou não voltar atrás, tentar novamente, relevar os erros e esquecer o passado. Por que, de repente, você percebe que não tem como mudar o passado. E esse passado, tempos depois, volta a se tornar presente, e você começa a perceber que ele, definitivamente, sempre será um futuro, necessariamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você começa a perceber, de repente, que o problema poderia estar com você. Mas, pouco depois, você começa a perceber que não era... e começa a aceitar as velhas máximas: se não deu certo, não era para ser! E, mais complexo ainda, você começa a perceber (e a aceitar) que deu certo... que deu certo enquanto era feliz! Então você desiste de se relacionar, desiste de arriscar e vai se fechando. Mas aí algo acontece e muda todo o rumo, e toda a &amp;nbsp;sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você percebe, de repente, que a melhor coisa do mundo é se apaixonar, se entregar, se jogar! Percebe, de repente, que ninguém nasceu para ficar sozinho... E começa a aceitar que a vida é cheia de altos e baixos, e que não dá para controlá-la. Percebe que a dor é inevitável e que o amor é a sua cura. Percebe que as defesas são desnecessárias e que se apaixonar renova o espírito. Percebe que esse relacionamento pode não dar certo, no final, mas que ele pode dar certo enquanto estiver te fazendo feliz! E vai crescendo, e aprendendo e sorrindo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-3536533664711041069?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/3536533664711041069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=3536533664711041069' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3536533664711041069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3536533664711041069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/11/dos-relacionamentos-que-nao-deram-certo.html' title='Dos relacionamentos que não deram certo'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-3957791025869478094</id><published>2010-07-20T14:24:00.000-03:00</published><updated>2010-07-20T14:24:46.774-03:00</updated><title type='text'>Fé! Fé! Fé!</title><content type='html'>Não dá para explicar a angústia que sinto, o aperto que me aflige! Que horror! Quando ouvia falar desse sentimento, dessas sensações, eu nem imaginava o quanto era ruim, apertado e sufocante. O choro, infelizmente, já não serve mais para estravazar. Não vou pedir para que imaginem com seria se tirassem o chão de vocês, por que clichê nenhum serve de paradigma para que possam realmente entender. Até hoje, eu nem imaginava que existia coisa semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma amiga estava passando pelo Orkut do meu irmão, e lá estava ela. Linda, sorridente, confiante, forte, acolhedora. Eu acho que nunca tinha reparado o quanto minha mãe é bonita, maravilhosa. É, literalmente, como se ela brilhasse, refletisse, iluminasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que mãe é mãe, e que todo mundo tem a sua, e que ama mais que tudo que possa vir a existir no mundo... mas a minha mãe é mãe de todos que a cercam. Ela não é só minha mãe, do Paulo e do Caique. Ela é mãe do meu pai, da minha avó, de seus irmãos, dos meus amigos, dos sobrinhos, enfim, de todos! E ninguém pode contestar isso! Não tem uma brecha que sobra nisso tudo. Minha mãe é inexplicável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro forças nas minhas orações. Da minha maneira falha e sem graça, mas com toda fé do mundo e certeza de que ela vai ficar bem, eu tenho pedido a Deus para que a proteja, para que a deixe conhecer seus netos, para que aproveite tudo o que veio batalhando para conseguir na sua vida, para que ela seja forte e saia dessa cheia de saúde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amor, um grande amor, já me foi tirado... e não suportaria, de jeito nenhum, que me tirassem o maior amor do mundo, que me tirassem o meu esteio, meu exemplo, meu sustento. Enfim, não existem palavras nem ações nesse mundo inteiro que demonstrem o que sinto, e o quão bonito e perfeito é o que sinto pela minha mãe. Não só por ser minha mãe, mas por ser minha amiga, a minha alma gêmea!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te espero, mamãe, por que é minha vez de cuidar de você! Tenhamos paciência juntos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-3957791025869478094?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/3957791025869478094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=3957791025869478094' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3957791025869478094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3957791025869478094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/07/fe-fe-fe.html' title='Fé! Fé! Fé!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5817257165667873381</id><published>2010-06-23T10:26:00.001-03:00</published><updated>2010-06-23T10:27:37.041-03:00</updated><title type='text'>Gratidão. Reciprocidade!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já disse algumas vezes que eu adoro surpresas. Afinal, quem não gosta? Na sexta-feira passada, por coincidência (ou não), resolvi entrar no meu Orkut logo de manhã. E aí você sabe muito bem como funciona: sexta-feira, dia de 'Butequis negads', morrendo de cansaço e de sono, eis que a surpresa estava ali. Para que possa entender melhor, vou comentar algo antes. Acredito que ser reconhecido profissionalmente é uma satisfação que não tem preço, é um presente muito justo e muito empolgante, motivador. Imagina quando isso vem de pessoas que não são seus chefes ou que não estão envolvidos diretamente com a hierarquia a qual está inserido!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TCIKlQmBVqI/AAAAAAAAAJ8/rfR2dPDDmEk/s1600/carta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TCIKlQmBVqI/AAAAAAAAAJ8/rfR2dPDDmEk/s400/carta.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um depoimento. Na verdade, dois depoimentos. A mesma garota; a mesma querida!&amp;nbsp; Ela falava o quanto gostava das quintas-feiras, as quais eu estava no colégio dando minhas aulas e conversando sobre as atualidades e sobre o dia-a-dia de meus queridos alunos. Alguns, confesso, acabam se tornando amigos, amigos querido - aqueles que você quer que sejam os melhores escritores do mundo. E ela me falava sobre isso! Ela me falou de amizade, de falta, de empolgação, de companheirismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi simples, e nunca vou me esquecer de uma só vírgula do que ela disse. Sentirei falta das quintas-feiras, e espero mesmo que volte no semestre que vem! As redações me cansam, mas, mesmo com todo osso do ofício, uma coisa compensa a outra. Saber que sou querido e que vou fazer falta é um presente, um dos melhores, que poderia ter ganhado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5817257165667873381?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5817257165667873381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5817257165667873381' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5817257165667873381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5817257165667873381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/06/ja-disse-algumas-vezes-que-eu-adoro.html' title='Gratidão. Reciprocidade!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TCIKlQmBVqI/AAAAAAAAAJ8/rfR2dPDDmEk/s72-c/carta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-1091720828035302146</id><published>2010-06-15T09:09:00.000-03:00</published><updated>2010-06-15T09:36:13.248-03:00</updated><title type='text'>E viva a Copa do Mundo!</title><content type='html'>Não é que eu não seja patriota; nem de longe é isso. Mas é que, de fato, eu não gosto de futebol, e acho que desde quando o Dunga anunciou quem nos representaria no evento de maior repercussão mundial que existe na história, eu não vejo por que me envolver mais do que o necessário. É fato que todos sabemos - ou imaginamos - que o Brasil está fadado à derrota (não nesse jogo, claro). E se ganhar - a esperança é a última que morre! - será um "Cala Boca Brasil" muito grande. Concordam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBdzVdQwOKI/AAAAAAAAAJ0/2gUNrThs8QY/s1600/futebol.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 176px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBdzVdQwOKI/AAAAAAAAAJ0/2gUNrThs8QY/s320/futebol.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482977883816212642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que agora eu vou ficar aqui, torcendo pela seleção, 'próximo' a alguns dos melhores jogadores que poderiam nos representar imensamente bem lá fora. É uma ironia muito grande para o país que acorda, come e dorme futebol. Sinto-me como se meus irmãos, e até mesmo meu pai - que vibra com a Copa do Mundo mais do que com o vôlei que ele tanto ama -, estivessem sendo lesados. É muita paixão para pouco retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os clichês então, nem quero pensar: comércio fecha, economia para, o aumento salarial é decidido no dia de estreia do Brasil, enfim. É inevitável pensar na infinidade de problemas que tenho para resolver e no cansaço que me consome a cada dia massante e exaustivo de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vamos reunir os amigos, por que aí sim, a festa está feita. Se tudo é motivo de festa mesmo, por que, então, não aderir à moda do 'amo o Brasil na Copa do Mundo mais do que o amor é capaz'? Não é verdade? Vamos lá Brasil, vamos com garra! - Até mesmo por que se o Brasil for ganhando, serão mais dias de folga. Enjoy!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: Perdoem-me aqueles que gostam, de fato, do futebol. Eu não quero ir contra isso, não critico quem gosta... São só pensamentos soltos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-1091720828035302146?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/1091720828035302146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=1091720828035302146' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1091720828035302146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1091720828035302146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/06/e-viva-copa-do-mundo.html' title='E viva a Copa do Mundo!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBdzVdQwOKI/AAAAAAAAAJ0/2gUNrThs8QY/s72-c/futebol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-8626189249491250498</id><published>2010-06-11T09:42:00.000-03:00</published><updated>2010-06-11T09:53:52.178-03:00</updated><title type='text'>Esse sono não me pertence!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBIxrLrZHAI/AAAAAAAAAJs/likEq_nHqjY/s1600/Kenay.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 137px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBIxrLrZHAI/AAAAAAAAAJs/likEq_nHqjY/s320/Kenay.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481498314402241538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem nada nesse mundo que me deixa com mais(!) mau humor do que sono. É sério! Eu já parei para pensar, refletir, tentar entender o que me deixa nesse estado de espírito insuportável, e não adianta, não adianta mesmo, estar com sono me transforma. É aquela velha história do: "bom dia por que?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu seja boêmio, ou coisa parecida. Tá bom, talvez seja. Mas fala sério, o tanto que é bom entrar no quarto, ligar o ar condicionado, entrar debaixo do edredon e dormir muito! É uma delícia. E não me venha com essa história de que as oito horas de sono são fundamentais para estar bem e descansado. Comigo não cola!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que gosto tanto do final de semana por isso. Eu adoro sábado e domingo, sem distinção. Se deixar, eu durmo até às 15h, mesmo tendo deitado às 21h do dia anterior. E aí eu acordo bem... Acordo disposto, com vontade de ir ao cinema, de ver três filmes seguidos, de sair pra tomar um sorvete, dar uma volta no shopping, visitar os familiares. Eu, realmente, não acho que seja uma perda de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que não consigo controlar isso, e enquanto eu estou nessa jornada dupla-tripla-quádrupla de trabalho, eu vou me contentando com o fato de tentar ganhar dinheiro e crescer profissionalmente, para, depois, eu dormir minha aposentadoria inteira. Rs. Salvo exageros, eu adoro dormir e estar descansado. Afinal, quem não gosta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-8626189249491250498?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/8626189249491250498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=8626189249491250498' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8626189249491250498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8626189249491250498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/06/esse-sono-nao-me-pertence.html' title='Esse sono não me pertence!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TBIxrLrZHAI/AAAAAAAAAJs/likEq_nHqjY/s72-c/Kenay.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5226774569101211194</id><published>2010-06-02T15:52:00.000-03:00</published><updated>2010-06-02T15:58:59.924-03:00</updated><title type='text'>O Motel está fechado hoje!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TAapw90f7aI/AAAAAAAAAJk/xDoUrPMb318/s1600/hollywoodMotel.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 239px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TAapw90f7aI/AAAAAAAAAJk/xDoUrPMb318/s320/hollywoodMotel.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478252655436361122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia Dos Namorados está chegando, e nada mais natural do que programar uma noite especial com o seu amor. Não é? Não. Não é o que se pode fazer aqui em Goiânia, principalmente quando se trata de 'reserva em motéis'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amigo próximo estava tentando fazer uma coisa que achei bacana. Reservar uma suíte duplex, com dois quartos separados, ir com o amor e com mais um casal de amigos e passar uma noite bacana, bebendo Lambrusco, rindo e, after, 'cada um no seu quadrado'. Mas não. Não se pode fazer isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façam o teste: liguem em qualquer motel aqui em Goiânia e tentem fazer uma reserva. "Infelizmente, a gente não vai fazer reserva pro dia dos namorados". É quase contraditório uma coisa dessas... mas vai entender as goianidades. Não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vai a dica: vão a um restaurante em Goiânia (qualquer um!) e fiquem horas esperando na fila o restaurante ter uma mesa para você sentar e ser mal atendido durante uma das noites mais especiais do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva o dia dos namorados! o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5226774569101211194?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5226774569101211194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5226774569101211194' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5226774569101211194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5226774569101211194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/06/o-motel-esta-fechado-hoje.html' title='O Motel está fechado hoje!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/TAapw90f7aI/AAAAAAAAAJk/xDoUrPMb318/s72-c/hollywoodMotel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5954714178245087685</id><published>2010-05-11T11:05:00.000-03:00</published><updated>2010-05-11T11:06:01.688-03:00</updated><title type='text'>"Se minha riqueza, mãe, é o teu amor!"</title><content type='html'>“Mãe, quero lhe falar neste dia, de todo coração com alegria, como é bom lhe chamar de mãe. Com carinho, num ato de amor, por vontade do Senhor, ganhei de presente a vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, todos já escutaram a velha máxima de que “mãe é a melhor coisa do mundo”. Se pararmos para pensar em quanto significado essa pequena frase carrega, ficaremos maravilhados com as infinitas possibilidades de expressá-la, de senti-la. O primeiro abraço, o primeiro beijo, o primeiro alimento, o primeiro suspiro.  Mãe é a expressão mais linda de Deus nas nossas vidas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando olho para trás, vejo o quanto minha mãe foi e é fundamental para minha caminhada. Foi ela quem me ensinou tudo o que sei, e é nela que eu me espelho para fazer minhas escolhas. Foi ela que me segurou para que pudesse aprender a andar. Foi ela que sustentou o lápis em minha mão, para que eu aprendesse a escrever. Foi ela que me protegeu quando precisava apanhar. Foi ela que me ensinou que o amor, a confiança, a fidelidade e o companheirismo são os melhores sentimentos do mundo. Mãe quer o bem dos filhos acima de qualquer coisa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se mãe diz “não”, pronto! Pode saber que ela está certa... e mesmo assim, às vezes, teimávamos em desobedecê-la, e acabávamos com o “bem que minha mãe avisou”! A sua sabedoria me enriqueceu, e eu pude aprender – mais do que isso, eu pude sentir – que não existe nada melhor no mundo do que as nossas mães. E eu ainda paro e fico pensando: Dia das Mães? Mas todo dia é dia da minha mãe. Então, aproveito o ensejo e tiro o dia para paparicá-la, para dengá-la, para aquecê-la. Quantas vezes ela fez isso por mim, e eu sequer retribuía? Quero que saiba, mãe, que não é falta de amor, nem coisa parecida. O que acontece é que, às vezes, não sou tão corajoso, destemido, expressivo como você é! Que orgulho tenho de ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de uma coisa eu tenho certeza: você, mãe, é o melhor presente da minha vida! Não poderia imaginar minha vida sem você... E se, por um acaso, pudesse escolher uma coisa mais preciosa no mundo para ter, se Deus me permitisse escolher qualquer coisa, te escolheria todas as vezes, sem sequer pestanejar. Nunca vou me esquecer de que sem você não sou nada, e nem tentaria ser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mãe, hoje aqui sozinho eu rezei, aqui no meu cantinho eu chorei, e chorando fiz uma jura. Juro que a partir de hoje vou fazer meu tempo, vou ficar mais perto do teu sentimento, vou ficar mais perto, mãe, do teu amor. Juro não deixar jamais a minha ambição falar mais alto que meu coração, se minha riqueza, mãe, é o teu amor!”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5954714178245087685?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5954714178245087685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5954714178245087685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5954714178245087685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5954714178245087685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/05/se-minha-riqueza-mae-e-o-teu-amor.html' title='&quot;Se minha riqueza, mãe, é o teu amor!&quot;'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-2024347256805776825</id><published>2010-04-13T16:21:00.000-03:00</published><updated>2010-04-13T16:42:58.767-03:00</updated><title type='text'>Carta a um amigo</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" [Vinícius de Moraes]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, caiu a ficha! Fostes embora, e deixastes um imenso buraco... Aqui, agora, sozinho, paro para pensar nas infinitas coisas que aconteceram; nos abraços dados, na ajuda, no companheirismo, no disse-que-disse, nos puxões de orelha, nas palavras e mensagens maravilhosas, nas surpresas, no adeus apertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantos apelidos, são tantas risadas. Foram tantas dificuldades e tantas complicações. Fora tão pouco tempo físico, mas tanto tempo sentimental. Às vezes, eu faço uma confusão danada com isso: "há quanto tempo somos amigos? Ah, desde quando eu nasci, eu acho [ou melhor, eu tenho certeza!]!" E tem outra melhor forma de responder a isso? Não, não tem. E não tem ninguém, também, que me faça acreditar de outra forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmão. Algumas palavras saem da nossa boca sem ao menos percebemos os verdadeiros significados. Mas essa, irmão, eu te garanto que, além de muito bem pensada, ela é sentida. A oportunidade de te chamar de irmão e de sentir isso é um dos melhores presentes da minha vida...Tenho orgulho de saber que você se tornou meu irmão, e que temos o resto da vida para compartilhar nossas histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra de quando acordávamos antes das 7h [tá, eu quase nunca acordava. rs.] para ir à academia? ABS, aula de dança e, se sobrasse tempo, musculação. Rs. Irmão, quantas risadas, quantos momentos bons, quanta sintonia. Eu nunca vou me esquecer de nem um segundinho que passei ao seu lado. Muitas coisas - e enfatizo muitas! - foram ótimas e maravilhosas só porque você estava comigo, com a gente, com todos. Seu sorriso e suas brincadeiras contagiam todo e qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe o que nos dá força? É saber que você está crescendo, e que sua hora chegou. É saber que é forte o suficiente para enfrentar qualquer dificuldade, e que você nos tem, a qualquer hora, a qualquer dia, sempre que precisar... Não são milhares de quilômetros que farão com que alguma coisa mude. Não será a distância o problema para nossas histórias e companheirismo. Desejo-te toda sorte do mundo, e desejo que você seja a pessoa mais feliz, bem-sucedida e realizada desse mundo, porque você, como poucos, merece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmão, eu carrego o seu coração comigo. Eu carrego-o no meu coração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-2024347256805776825?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/2024347256805776825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=2024347256805776825' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2024347256805776825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2024347256805776825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/04/carta-um-amigo.html' title='Carta a um amigo'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-6918384615765172906</id><published>2010-02-04T14:39:00.000-03:00</published><updated>2010-02-04T14:56:25.902-03:00</updated><title type='text'>À espreita</title><content type='html'>É como se tivesse parado no tempo, esguio, pensativo, melancólico, cansado, esperando... Como se esperasse! Aquela sensação de que as horas não passam, os minutos se eternizam e o dia se arrasta. Como se esperasse um telefonema diferente, uma mensagem inédita, uma 'surpresa surpreendente'. Como se o dia não fosse dia, como se a manhã fosse noite e como se a noite fosse sono. Resume-se em esperar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletir no rosto a dúvida, a incerteza, a falta de memória, a confiança e os desejos fazem de nós escravos do mundo, escravos da exitência. O que eu fiz ontem? Se tiver interesse em saber, poderia sentar e narrar detalhe por detalhe, minuto por minuto e, ainda assim, surpreenderia-te com os detalhes de quantas vezes ao dia reservo meu pensamento a você, e só a você. Não é esforço... mas passa a ser icógnita. Deparar com coisas que não sabia, que saltam aos olhos, e sentir como se não fosse importante; como se não fosse relevante lembrar, relembrar e contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É coisa de pele, de toque, de abraços. É coisa de interesse, de esforço e de disse-me-disse. Coisas que eu faço e não percebo; coisas que me empenho; coisas que se destacam. Ainda assim, é como se vivesse à espreita; como se sentisse que fizesse apenas a obrigação, e nada mais que a obrigação. Se assim é, porque não reflete tudo isso? Porque não é da mesma forma da outra parte? A metade. Ou a maior metade [etranho. não é?].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-6918384615765172906?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/6918384615765172906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=6918384615765172906' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6918384615765172906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6918384615765172906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/02/espreita.html' title='À espreita'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5265999859720751820</id><published>2010-01-27T16:50:00.000-03:00</published><updated>2010-01-27T17:18:43.463-03:00</updated><title type='text'>Das crises e dos desejos</title><content type='html'>Eu falo de meus sentimentos com uma facilidade enorme. E isso não é uma vantagem. Ser "transparente", às vezes, requer de você um jogo de cintura maior do que o necessário. Uma vírgula colocada no lugar errado, um ponto final sem necessidade, as reticências temporárias, os pontos e vírgulas errôneos são uma tortura sem fim. Celular no bolso, minutos que passam rápido, falta de abraços e de surpresas. O dia-a-dia toma de você o pouco que ainda resta de prazeroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu não tenho dinheiro, não consigo pensar em outra coisa senão nas dívidas; se tenho dinheiro, começo a pensar nos investimentos que quero fazer. Se minha agenda de trabalho está lotada, não tiro nenhum minutinho para meu intervalo; se ela está livre, vou resolver outras coisas que surgem. Se estou com sono, não consigo agir e raciocinar como deveria; se estou descansado, aproveito a energia para correr contra o tempo. Se recebo reclamações, arrumo minhas desculpas para não ser somente o errado; se reclamo, tenho motivos para fazê-los - mesmo quando me torno enjoado, exagerado, minucioso e detalhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se falo, não falo. Me calo! Cansaço, desleixo e cansaço. Preguiça, rotina e cansaço. Um dia aqui, o outro ali. O coração dói, lateja e se acostuma. Você aprende e se torna igual. E ser igual é péssimo! O que me destaca? Os meus 1,80 metros? O meu sorriso bonito? Os braços e pernas fortes? Afinal, sou feito de quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria poder enxergar além da barreira. Ser feito de amor é o que importa. É o que, no final, sobra! Sozinho, basta nascer. Ninguém nasceu para ficar sozinho. Dar, doar e receber. Receber, dar e doar. Um pouco de mim, um pouco de ti. Um pouco de todos nós. Quando será que perceberemos para o que fomos feitos? Para que servimos? Para quê viemos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5265999859720751820?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5265999859720751820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5265999859720751820' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5265999859720751820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5265999859720751820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/01/das-crises-e-dos-desejos.html' title='Das crises e dos desejos'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-8885529780173905457</id><published>2010-01-20T14:20:00.000-03:00</published><updated>2010-01-20T14:57:03.602-03:00</updated><title type='text'>Quando o ócio é criativo</title><content type='html'>Na maioria das vezes, tendemos a viver e a pensar sobre as angústias e as incertezas da vida. Não pode sobrar um segundo ocioso, e os pensamentos se misturam com agitos, inquietudes, especulações e medos - pouco depois das aspirações e sonhos. O mesmo medo que nos encaminha à insegurança e à [baixa] estima. Quando percebemos, a coisa já tomou proporções gigantescas, e aí então, temos que saber lidar com tudo o que tem se passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não basta querer viver um dia de cada vez. Não tem como - ainda mais quando você é uma pessoa que vive para agradar, para fazer, para doar, para tentar surpreender. É imprescindível pensar no outro sempre que se pensa em você mesmo. E isso é ótimo. É um dom! Desde quando traz benefícios para ambos, e não só para o outro. A reciprocidade sempre é uma boa escolha. Fato é que a confiança é um presente de Deus. E esse é o meu melhor presente. Se não há confiança, não há relacionamento. Não há amizade, não há namoro, não há afeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo desse pressuposto, os dias ficam mais leves, mais simples, mais belos. É um segundo de risada mais gostosa com os amigos, um lanche que voa na hora do intervalo de 45 minutos, que eram para ser 15. A ida pra o trabalho se torna menos penosa, o dia passa mais rápido, literalmente. A saudade aumenta e a chegada em casa, por incrível que pareça, se torna ainda mais prazerosa. Então, você começa a perceber que tem que se cuidar mais e que, de alguma forma, tem que pensar mais em você. Por que, afinal, tudo isso depende só de você. Do seu estado de espírito, dos seus desejos, da sua força de vontade, do seu querer, dos seus gostos e afinidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor forma de aproveitar o tempo ocioso, acredito, é saber ocupá-lo com as coisas que te deixam bem, à vontade; que te fazem ficar mais leve, menos preocupado, menos apreensivo. Deixar que, às vezes, as coisas simples passem em branco [por mais que elas tenham significado para você]. Começar a agir de acordo com a maneira com que os outros agem com você - para que não haja decepção e para que não esperemos o que o outro não pode te dar, por mais que você ache aquela a tarefa mais simples já delegada a alguém. É leve, frio, gostoso. É criar o que verdadeiramente importa na vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-8885529780173905457?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/8885529780173905457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=8885529780173905457' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8885529780173905457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8885529780173905457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2010/01/quando-o-ocio-e-criativo.html' title='Quando o ócio é criativo'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-1372560783119683178</id><published>2009-11-10T17:53:00.001-03:00</published><updated>2009-11-10T18:30:49.551-03:00</updated><title type='text'>Mais um pedacinho de mim</title><content type='html'>Não queria mais ter que escrever de mim; mas sempre que separo tempo para escrever, de facto, é quando quero falar sobre sentimentos - meus sentimentos. É complicado, por que sinto e sei que meu coração é bom, mas que ele é abalado 'vez em quando'. Primeiro, antes de tudo, quero que entendam que não estou me vitimizando, e muito menos que quero me enaltecer. São características que não me pertencem, e que não fazem parte do meu dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J-u-r-o! Eu juro que tento ser a melhor pessoa possível para aqueles que convivem comigo. Tento ser o melhor filho, tento ser o melhor marido, tento ser o melhor profissional, o motorista compreensivo, o neto presente, o sobrinho querido. Tento ser o amigo fiel, confidente, esforçado. O aluno dedicado, o companheiro exemplar, o irmão exemplo. E sabe o que é mais estranho? Poucos percebem que t-e-n-t-o por que esse sou eu, é o que sinto, o que quero ser... não para impressionar, ou para agradar, ou para receber elogios. Isso faz parte do meu ser, da minha formação e daquilo que trago do berço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tento, a cada segundo do meu dia, ser atento àquilo que tenho que fazer, aos mínimos detalhes, para não me tornar vulnerável, fraco ou digno de críticas. Tento surpreender, e agradar. E isso me faz bem! Muito bem! Só que quando as coisas desandam, e você não entende o que o outro está falando, as coisas se complicam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meus defeitos, às vezes [quase sempre], superam as minhas qualidades. E isso serve de pretexto para esquecer todo o esforço anterior, tudo de bom que fiz, e o quanto tenho tentado só acertar. Serve como pretexto para se criticado, e xingado, e rebaixado. É revoltante. E com todos os direitos, acredito. E fico triste [sim, essa é a palavra], mais triste ainda, quando penso que essa é a ordem natural das coisas. Fugindo um pouco das pessoalidades, ilustro essa situação quando, qualquer um, erra no trabalho. Você pode ter sido, durante dois, três, quatro ou cinco anos, o melhor profissional que a empresa já teve em toda sua história, mas se você erra uma vez, uma vez que seja, é motivo para você ser apedrejado, ser rebaixado e julgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sorte, ou o azar [para ser mais exato], é que as pessoas têm memória fraca. Então, tudo que se faz anteriormente é esquecido, é deixado de lado. Só importa o agora! E não! Não é assim que as coisas deveriam ser. É muita injustiça. Somos passíveis de erros, e temos o direito de errar e reerguer, tentar de novo, e errar, e aprender. Mas só que ninguém anda sozinho no mundo. E ninguém, por melhor que seja, consegue fazer algo bom sozinho. A raiva cega as pessoas, e ela machuca. Se eu falo besteiras quando estou com raiva, é fácil para mim esquecer o que disse quando a 'poeira' abaixa; mas e aquele que escutou o que eu disse? Que sentiu a raiva? Que teve que engolir letra por letra, digerir, e seguir em frente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São coisas do dia-a-dia. São coisas que nos fazem crescer, e que nos ensinam a seguir da mesma forma que antes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-1372560783119683178?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/1372560783119683178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=1372560783119683178' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1372560783119683178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1372560783119683178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/11/mais-um-pedacinho-de-mim.html' title='Mais um pedacinho de mim'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5771709664658617860</id><published>2009-10-19T16:34:00.000-03:00</published><updated>2009-10-19T16:48:18.122-03:00</updated><title type='text'>A minha mãe é surpreendente</title><content type='html'>Estive um tempo parado, confesso. Estive um tempo ocupado demais para me preocupar comigo, só comigo. Estive um tempo tomando conta de minhas prioridades. As coisas, como sempre, foram acontecendo de uma maneira rápida. Uma maneira que eu só consegui acompanhar abrindo mão de minhas outras vontades e coisas que gosto de fazer com frequência. Uma promoção inesperada no serviço, os salários atrasados, as contas, os sonhos, o concurso e uma cirurgia. Foram dias conturbadíssimos. Deliciosamente conturbados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha mãe veio me acompanhar. E, além disso, desse simples fato, ela veio me lembrar que sempre está e sempre estará me acompanhando em tudo. Minha mãe é um anjo! Eu havia me perdido entre o caminho. Em algum lugar eu esquecera de que realmente eu posso contar com ela, e que ela sempre fará de tudo para que eu siga feliz. Chega a ser ingrato: minha mãe só queria participar. Ela tomou as rédeas da situação e chegou pisando firme, forte, decidida. Confesso que ela me assustou, no início, mas depois percebi que estava tentando me proteger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, quando ela falava que tínhamos uma ligação única, eu não a sentia mais. Ou até sentia, e só tentava repreender. Mas batia mais forte dentro do peito, e eu realmente sabia que era coisa de alma. Engraçado que ela consegue amar os três filhos da mesma forma, como ela sempre insiste em dizer; mas a nossa sintonia é coisa maior, é coisa de Deus. Ela chegou, ficou e decidiu que vai participar. Que quer continuar me vendo feliz... E para isso, ela passou por cima de tudo que acha normal, e de tudo que acredita ser certo. Ela confia em mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que é fácil falar que isso é natural, que toda mãe é assim. Mas não; não mesmo! Só quem viu minha mãe tomando, talvez, a decisão mais difícil da vida dela pode entender o sentimento que ela tem por mim. Ela ficou uns quatro dias aqui, veio para cuidar de mim, para me proteger. E saiu daqui feliz, tranquila, me abençoando. Minha mãe fez tudo o que pôde para seguir comigo serena, certa, sem sofrer e sem os maiores medos que a atormentavam. Ela esteve comigo todos os dias, e eu acostumei a acordar com ela me entregando o copo de vitamina gelado para tomar com meu remédio. E se passava um minuto, ela já quase surtava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falo só de mãe. Mas, tenho certeza, que ninguém tem o cuidado que minha mãe tem comigo. Ela faz falta, agora. Uma falta gostosa, que aperta o peito, e que me faz lembrar os presentes que ela me deu enquanto estava aqui, tão próxima, fisicamente. Sim, fisicamente. Porque de todas as outras formas que existem, ela está próxima de mim, pertinho, grudada. Eu sou ela, e ela sou eu. E a benção dela foi muito importante para que eu seguisse confiante, e para que continuasse sonhando os sonhos mais bonitos. Minha mãe é única!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5771709664658617860?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5771709664658617860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5771709664658617860' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5771709664658617860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5771709664658617860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/10/minha-mae-e-surpreendente.html' title='A minha mãe é surpreendente'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-7041225598101150504</id><published>2009-09-23T19:39:00.000-03:00</published><updated>2009-09-23T23:11:50.028-03:00</updated><title type='text'>Me incomode, sempre</title><content type='html'>Como todos os outros, ontem, o meu dia foi muito especial. Fomos a um grupo da Renovação Carismática, na Servos de Deus, e a reflexão da noite foi interessantíssima. Uma coisa divina mesmo; é a única maneira que dá para explicar. As músicas antigas, que gostamos de ouvir sempre que voltamos a frenquentar a Igreja; uma, dua, trêz vozes maravilhosas em coro; pessoas muito ungidas, abençoadas, e a melhor companhia do mundo. Tudo se encaixa perfeitamente, e não há como não grudar os joelhos no chão e não agradecer... agradecer a vida, as conquistas, os presentes e, claro, até mesmo os problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu quero ser incomodado!" Essa foi a frase da noite. Estranho quando paramos para pensar o sentido literal dessa palavra. Estranhíssimo, para falar a verdade. "Causar incômodo a; molestar: incomodar os vizinhos. Desgostar, aborrecer: não me incomode tanto. Causar incômodo a si mesmo; molestar-se, cansar-se, zangar-se. Dar-se ao trabalho de; preocupar-se: não se incomode, por favor." Minha cabeça virou um turbilhão. Em meio às palavras maravilhosamente colocadas na boca daquele homem, eu me sentia vivo, tocado, mexido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu quero ser incomodado pelo seu amor!" Então veio, realmente, a reflexão sobre a qual quero comentar. Ele falava com o coração, ele dizia que Deus queria ser incomodado pelo nosso amor, que Ele queria sentir o quanto nós o amamos. E tudo isso tem um pouco a ver com o texto anterior. Nós, por todos os motivos que estamos cansados de perceber, ignorar e relevar, estamos acostumados a não demonstrar o amor por quem amamos. Não só por Deus, digo. Por todos! É um amigo de infância que escolheu uma profissão diferente, é a família, os amigos recém-sumidos, os amigos do peito, o amor da sua vida... Com o tempo, a coisa vai ficando de escanteio. E faz mal! É ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero ser incomodado sempre pelo amor, e pelas demonstrações de amor,' dos &lt;span style="font-style:italic;"&gt;meus amigos&lt;/span&gt;, que tanto me fazem falta, mas que mesmo sabendo [ou por saber] que os amo, insistem em não me 'incomodar'. A mensagem de madrugada, a ligação fora de hora, a palavra certa na hora errada. Quero ser incomodado pelo amor do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;meu amor&lt;/span&gt;, sempre, para me sentir vivo, quente, acolhido, especial. É coisa de alma, de alma gêmea. Não me vejo em uma rotina monótona de costumes e seguranças, que fazem da gente robôs que vivem o dia a dia da maneira mais mórbida e infétida possível. É necessário movimento, cutucões, beliscões e empurrões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero explodir os pulmões ao gritar e incomodar as pessoas que eu amo, que eu dedico meus segundos de pensamentos, lembranças e nostalgias. Quero ser incomodado pela minha família, que se acostumou a só esperar meus telefonemas com as notícias boas, e nem sempre boas, do meu dia. Quero ser incomodado pelo favor, pela cobrança, pelo amor de quem devota um tanto de sentimentos bons por mim. Quero ser sempre incomodado pela pessoa que eu escolhi dividir todos os segundos dos meus dias, dividir o meu &lt;span style="font-style:italic;"&gt;para sempre&lt;/span&gt;, provando o quanto o amo, e o quanto vou incomodá-lo por me tornar melhor; realmente 'incomodado'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero, definitivamente, que as pessoas que gostam de mim, me incomodem sempre. Porque, dessa forma, todos estarão comigo o tempo inteiro. E eu quero incomodar quem eu amo, provando o quanto esse amor é sincero, e o quanto ele faz parte do meu todo. Eu quero incomodar. Eu quero ser incomodado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-7041225598101150504?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/7041225598101150504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=7041225598101150504' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7041225598101150504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7041225598101150504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/09/me-incomode-sempre.html' title='Me incomode, sempre'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-3395038469498396127</id><published>2009-09-18T09:08:00.000-03:00</published><updated>2009-09-19T09:01:03.251-03:00</updated><title type='text'>Acostume-se a não acostumar</title><content type='html'>A gente se acostuma a acordar cedo todos os dias, e a ficar sem as oito horas de sono necessárias. A gente se acostuma com o trânsito caótico, com o calor insuportável, com a falta de tempo e a correria. A gente se acostuma com a falta de pai e mãe, de amigo e parentes queridos. Se acostuma a não receber bom dia, e ignorar quem te ignora. A gente se acostuma com os problemas políticos e com os juros altos. Acostuma a não receber em dia e a pagar as contas atrasadas. A gente se acostuma até com os problemas de saúde. A gente se acostuma a acostumar com tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a não sofrer como da primeira vez. Se acostuma a passar um dia longe, e aceitar que no outro dia tudo volta ao normal. A gente se acostuma com a cama vazia, ou até mesmo com ela cheia, quando não mais acordamos com o entusiasmo de outrora. Se acostuma a esperar o amigo ligar, e se ele não ligar, a gente se acostuma a falar que ele sumiu, e que não gosta mais da gente. A gente se acostuma a esperar, a receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a trabalhar nos finais de semana e feriados, e até mesmo nas madrugadas. A gente se acostuma a engolir sapos e vespas. Se acostuma a não mandar mais mensagens como antigamente; se acostuma com a certeza, com a dúvida e com o medo. A gente se acostuma com as desavenças, com os barrancos e com os erros. Se acostuma com as manias. A gente se acostuma com o dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falo sobre isso como se fosse um problema, ou uma coisa ruim. Falo disso por que é a ordem das coisas, e tudo isso acontece de maneira natural, sem que soframos muitos impactos ou sustos. Tanto é que, pouquíssimas vezes, paramos para realmente pensar sobre! A segurança, as certezas, a rotina, a sequência são fatores que fazem com que lidemos bem com isso, de forma que não há problema em acostumar-se. Adianta falar que depois de pensar tais coisas, eu irei mudar tudo? Que eu irei acampar na porta da empresa que não me paga? Que irei militar a favor da saída do Sarney? Que irei dormir mais cedo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahhh... Mas o amor [olha ele aqui de novo!]. O amor sim, faz a gente mudar, a gente melhorar, a gente, pelo menos, tentar ser o melhor para o outro. O amor de família, o amor de amigo, o amor de vida! Eu não vou me acostumar com a falta de beijo apaixonado; eu não vou me acostumar a não fazer surpresas para meu amor; eu não vou deixar que o cansaço me vença. Problemas? Todos nós temos, mas isso serve para fortalecer ainda mais o sentimento que é real, que é sincero e que já é parte inteira de você! Pelo amor, tudo! &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Eis aqui um pouco daquilo que eu prometo ser sempre para você! Porque o amor me move...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-3395038469498396127?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/3395038469498396127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=3395038469498396127' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3395038469498396127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3395038469498396127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/09/acostuma-se-com-rotina.html' title='Acostume-se a não acostumar'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-8225102752493789740</id><published>2009-09-15T16:40:00.000-03:00</published><updated>2009-09-15T17:14:32.005-03:00</updated><title type='text'>Para o amor, o tempo é relativo</title><content type='html'>Poucas vezes eu tive a sensação de que conhecia uma pessoa há mais tempo do que realmente a conheço. É uma coisa engraçada de pensar, de analisar e, claro, de tentar entender. Há dois meses, conheci a pessoa mais especial da minha vida. Mas a sensação é de que tem dois anos que estamos lado a lado, juntos todo o tempo. Eu sei que é coisa de pele, de alma, de química; uma coisa que transcende o físico. Acreditem se quiser, mas realmente, chego a pensar em outras vidas e, às vezes, chego a cogitar o fato de comentar tão doce teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaria piegas falar mais uma vez em toques, beijos, abraços. Nada mudou, e tenho certeza de que essa perfeição vai continuar da mesma forma. Quando amamos de verdade, vivemos isso de forma bela, plena; vivemos para isso, porque, afinal, é o que nos deixa realmente feliz. As coisas vão, naturalmente, acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Sq_1itChgOI/AAAAAAAAAJQ/H_L8yic9ekw/s1600-h/amor.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 191px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Sq_1itChgOI/AAAAAAAAAJQ/H_L8yic9ekw/s320/amor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381790056285569250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então chega a data. Hoje estamos fazendo dois meses! Mas é só esse tempo mesmo? Parece que tem mais; muito mais! E volta aquela velha reflexão de tempo. Tempo é relativo. Sabemos que não tem tempo exato para que o amor nasça, que não tem tempo exato para que ele se fortaleça, que não tem tempo para que as coisas aconteçam. É aquela velha máxima: nada é igual, nada é imutável. Não soaria nada estranho se eu falasse que quando te vi pela primeira vez, sabia que seria você! Eu lutei por isso, e nós fomos nos encontrando, nos moldando e nos fortalecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amor dura uma vida toda. Uma vida dura um dia, dois dias, três ou quatro... uma vida dura o quanto você faz dela especial, alegre, cheia de coisas e de sentimentos bons. Uma vida dura enquanto você a divide com outra pessoa, quando você se encontra no outro, quando você se sente completo ao estar com o outro. É um sentimento de eternidade, de intimidade, de assiduidade, de devoção. É o pouco do quanto eu quero ser para meu amor! E eu quero ser sempre o melhor que puder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-8225102752493789740?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/8225102752493789740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=8225102752493789740' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8225102752493789740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8225102752493789740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/09/para-o-amor-o-tempo-e-relativo.html' title='Para o amor, o tempo é relativo'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Sq_1itChgOI/AAAAAAAAAJQ/H_L8yic9ekw/s72-c/amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5981333464635305067</id><published>2009-09-10T08:19:00.001-03:00</published><updated>2009-09-10T08:36:01.251-03:00</updated><title type='text'>A menina em seu espelho</title><content type='html'>Ontem aconteceu uma coisa inusitada; digo, diferente. Ao conferir minha caixa de email pela milésima vez, como rotineiramente faço todas as manhãs, recebi um pedido de uma amiga, de uma amiga querida. "Rod, quando nao tiver ideias. Poste. É assim que ando me sentindo!" Confesso que fiquei surpreso, um pouco desentendido, e um pouco admirado. Ao ler aquelas palavras, consegui entender o que ela está sentindo, consegui entender o que ela estava querendo dizer. Falo isso porque, em algum momento de nossas vidas, todos sentimos isso. É um pesar, um fardo que todos carregamos. Há identificação, há semelhanças. E apesar de estar na melhor fase de minha vida, sou solidário a isso, sou apaixonadamente solidário a esses sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Existe uma uma menina em meu espelho que eu quero saber quem é. Às vezes eu penso que a conheço, às vezes eu realmente desejo conhecê-la.  Tem uma história em seus olhos: canções de ninar e despedidas quando está olhando para mim.&lt;br /&gt;Eu posso dizer que o seu coração é machucado facilmente&lt;br /&gt;Porque a menina em meu espelho está gritando esta noite. E não há nada que eu possa lhe dizer para fazê-la sentir melhor. A menina em meu espelho está chorando por sua causa e eu gostaria que houvesse algo que eu pudesse fazer&lt;br /&gt;Se eu pudesse eu lhe diria para não estar receosa. E que a dor que está sentindo, a sensação de solidão irá acabar&lt;br /&gt;Então seque suas lágrimas e descanse, o amor a encontrará como antes. Quando ela está olhando para mim, eu descubro que nada é tão fácil assim&lt;br /&gt;Eu não posso acreditar no que vejo - a menina no espelho sou eu.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Tainá Rakan Borela. Um suspiro, um pedido de uma amiga, um abraço forte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5981333464635305067?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5981333464635305067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5981333464635305067' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5981333464635305067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5981333464635305067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/09/menina-em-seu-espelho.html' title='A menina em seu espelho'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-4426996074763333905</id><published>2009-09-02T11:28:00.000-03:00</published><updated>2009-09-06T09:43:14.198-03:00</updated><title type='text'>Sensitividade natural</title><content type='html'>Eu sempre soube que as pessoas não nasceram para ficar sozinhas. Mesmo assim, como todos, nos momentos mais difíceis, de fraqueza, cheguei a acreditar no contrário. Praguejei algumas calúnias e esmurrei o ar com luvas de boxe. Senti-me injustiçado, vítima e sem vida. Fui infame ao achar que seria um solteirão solitário, acompanhado das taças de champanhe metade vazias, e das noites vagas. Quis que todos os meus amigos se mantivessem assim, e que seguissem o fluxo natural do meio, do dia a dia, das rotinas existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos os acontecimentos me levaram a pensar no quanto somos mutáveis, e no quanto aprendemos com as experiências, com a convivência e com o passar do tempo. Sei que estou mudando, e que faço isso porque me sinto bem, me sinto feliz, me sinto realizado. Hoje, posso enumerar diversas situações, ou diversos jeitos de se enxergar a vida. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Com você, tudo é mais claro, mais coeso e simples&lt;/span&gt;. As manias que o outro carrega faz com que me veja induzido a adquiri-las; no início, mais para agradar do que, de fato, se tornar uma necessidade. E então, tudo começa a ficar gostoso, natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cama sempre arrumada, as roupas guardadas no devido lugar, o lençol esticado, a casa sempre limpa. O tempo me mostra o quanto é bom adquirir essas responsabilidades e o quanto é bom se aproximar de coisas que, naturalmente, vão se tornando suas. Aí logo depois você começa a sentir falta de passar as mãos nas costas, de colocar a mão no meio da perna, de deixar a luz baixa, de sentir o lugar quente. Começa a entender que, naturalmente, aquilo faz parte da sua vida... que aquilo, de fato, é a sua vida! É a melhor sensação do mundo. É indescritível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem quando está longe! Imaginem quando você acostuma com tudo isso e, de repente, você se vê um ou dois dias distante e, então, você, literalmente, não sabe o que fazer, como agir e até mesmo o que falar. Falta! É questão de metade. E que seja metade da laranja, a tampa do jarro, o parzinho do vaso, o cadarço do tênis, a moeda mais importante da coleção, a alma gêmea. Mas aí você para e começa a pensar: logo logo mais conquistas. O apartamento, as meias na mesma gaveta, as roupas no mesmo guardarroupas, os mesmos gostos adquiridos, as mesmas vontades, os mesmos sonhos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-4426996074763333905?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/4426996074763333905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=4426996074763333905' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4426996074763333905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4426996074763333905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/09/sensitividade-natural.html' title='Sensitividade natural'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-6989912107310991667</id><published>2009-08-18T10:56:00.000-03:00</published><updated>2009-08-18T11:37:38.431-03:00</updated><title type='text'>Me consome</title><content type='html'>Hoje eu acordei com frio. Um frio diferente, que tomava meu peito. Um frio que deixava de lado todo o calor goianiense que já se formava às sete da manhã. Um frio que me congelou e que me fez enrolar e rolar na cama. Um frio que cobertor nenhum aquecia, que a falta congelava, que o silêncio consumia. Era como se tivesse em um filme antigo, uma paisagem preta e branca, uma monotonia sem fim. Ou talvez nem fosse isso... talvez, a palavra certa seria falta, seria &lt;span style="font-style:italic;"&gt;saudade&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Soq01dX-ctI/AAAAAAAAAJI/d9iRB8AqUpw/s1600-h/89126054.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 154px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Soq01dX-ctI/AAAAAAAAAJI/d9iRB8AqUpw/s320/89126054.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371304336103994066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A presença da ausência me consome". Penso, reflito, devaneio, me escondo nesse pensamento. São inícios de semanas penosas, complicadas e doídas. A falta de pele, de toque, de beijo de boa noite e de bom dia, de pés macios acariciando-se, de braço suado, de encaixe perfeito. A cama grande, o lençol amassado nos lugares errados, o travesseiro faltando, o cobertor de casal vazio. Dói não sentir o ar que sai da sua respiração, dói muito não sentir o seu cheiro bom ao acordar, o gosto de café quente na boca macia, o sorriso perfeito, o brilho único do olhar. É a força que falta para seguir meus dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo tudo em espera, em força e em projeções. Reúno forças no futuro próximo, na chegada no meio da semana, no final do dia, no coração acelerado, nas mensagens recebidas. Sonho com um futuro certo, com idas e vindas compartilhadas, com complementações. Tenho no coração, hoje - e para sempre, o amor que só sentimos uma vez na vida. O amor com o qual sonhamos, criamos nossos contos de fada. "Carrego o seu coração comigo. Carrego-o no meu coração". Se for preciso, sempre esperarei você chegar, porque só com você me sinto completo, definitivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo e não quero mais imaginar a minha vida sem você! A saudade, quando você não está, é mais significativa, é mais entendida. Dói, aperta, esfola, consome...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-6989912107310991667?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/6989912107310991667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=6989912107310991667' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6989912107310991667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6989912107310991667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/08/me-consome.html' title='Me consome'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XwfHnwZ4YpM/Soq01dX-ctI/AAAAAAAAAJI/d9iRB8AqUpw/s72-c/89126054.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5268768223521797460</id><published>2009-08-14T14:06:00.000-03:00</published><updated>2009-08-16T10:52:19.683-03:00</updated><title type='text'>Sobre sentimentos, casos e acasos</title><content type='html'>Gosto do sorriso natural ao ganhar uma flor quase murcha, só por sentir o significado da verdadeira intenção de dá-la. Gosto de beijo surpresa, ou roubado, só por fazer  meu coração estalar e se anestesiar segundos seguintes. Gosto da mensagem de madrugada por ser a hora que menos espero recebê-la. Gosto do carinho redigido no guardanapo à mesa do bar. Gosto do pulo na piscina, acompanhado do abraço quente que me protege da água fria. Gosto de levantar da cama para apagar a luz e deixar meu amor deitado, confortavelmente tranquilo. Gosto da companhia nos momentos chatos, por ser uma das provas do quanto sou importante. Gosto da mesa detalhadamente posta para mim, do lençol esticado, do travesseiro fofo, do perfume cítrico. Gosto da frase dita, das verdades que saem do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimentos. Se procurarmos em dicionário o verdadeiro significado dessa palavra, denotaremos que sentimentos são, de forma genérica, informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam, no dia a dia, a cada segundo que passa. Felicidade, amor, carinho, afeto, medo, empatia, antipatia, ódio, alegria, tristeza. São tantos, que ninguém conseguiria descrevê-los, de fato, detalhadamente. Às vezes [quase sempre], paro e fico pensando o que isso tudo significa para mim. O quanto o amor move a minha vida; o quanto meu coração enche de tristeza nas despedidas; o quanto fico de mau humor quando tenho que acordar mais cedo; o quanto fico indignado com a inveja, com a indiferença e com o descaso; o quanto fico radiante com a companhia de alguém especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo sobre o amor, sobre as alegrias da vida, dos passeios no parque, da tarde quente e aconchegante, do azul bonito do céu, do sorriso na rua, dos abraços, da companhia insubstituível, do sol quente, do verde das plantas, do contraste das cores, da beleza da água quando estou verdadeiramente feliz. Escrevo da ausência, da saudade, do abandono, da frase não dita, da espera boba, dos porquês que incomodam quando estou triste, melancólico, melodramático. Escrevo do trânsito caótico, do abuso no trabalho, da falta de responsabilidade, do motoqueiro que quase bateu no meu carro, do não entendimento, das obrigações chatas quando estou com raiva, indignado, com ódio momentâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é: tudo que faço bem, ou que tento fazer bem, depende do meu estado emocional. Acredito que não tem como separar os sentimentos do 'físico'. Minha pele fica mais bonita, minhas rugas diminuem, meu intestino funciona melhor, minhas roupas me vestem melhor quando estou mais feliz. É notório. Então, como dizer que não são questões que se complementam? Ou melhor, o sentimento é uma questão que determina todas as outras. E a partir de então, começamos a perceber que os acasos, ou os casos e causos de nossas vidas foram e são determinados pelos nossos sentimentos. É simples! Posso estar transbordando de alegria, mas se acontece alguma coisa inesperada que me incomoda, que me deixa preocupado, a felicidade se transforma em uma expressão marcante, um determinante. Entendem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto muito do texto "Relacionamentos", do Arnaldo Jabor, que fala sobre sentimentos, experiências, considerações e visões sobre o quanto precisamos enxergar algumas verdades de outra forma. Mas discordo um pouco aqui: "... E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é malhada, mas não é sensível. Tudo nós não temos"! Como assim, tudo nós não temos? Concordo que, de fato, as coisas são assim. Mas falo que discordo porque acredito que isso também depende de nós. Meu amor é perfeito para mim, mesmo com seus defeitos. E o restante? Basta eu tentar mudar. Se eu não vou ser para o outro tudo aquilo que ele gostaria, porque ele tem que ser para mim tudo o que eu queria? Somos mutáveis, e até isso depende do quanto gostamos, queremos de verdade, acreditamos. Tudo depende de encaixe, de vontade, de empenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o dia ser belo, é preciso que eu acorde de bom humor, de sorriso de orelha a orelha, de pé direito, de calor, de aconchego. É simples, é coerente. Meus sentimentos fazem com que eu siga meus dias, mais ou menos empolgado, mais ou menos confiante, mais ou menos determinado. As surpresas boas, geralmente, vêm quando eu estou radiante, quando tudo está bem; as ruins insistem em fazer com que eu repita: "tudo pode piorar mesmo!" E assim seguimos nosso fluxo, sem, muitas vezes, perceber o quanto isso nos rege, o quanto queremos e esperamos por sentimentos bons...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5268768223521797460?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5268768223521797460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5268768223521797460' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5268768223521797460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5268768223521797460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/08/sobre-sentimentos-casos-e-acasos.html' title='Sobre sentimentos, casos e acasos'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-7643721591813029026</id><published>2009-08-06T14:58:00.000-03:00</published><updated>2009-08-08T23:23:02.250-03:00</updated><title type='text'>Mais que seu filho, eu sou seu fã!</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Naquela mesa ele sentava sempre, e me dizia sempre o que é viver melhor. Naquela mesa ele contava estórias e, hoje, na memória, eu guardo e sei de cor. Naquela mesa ele juntava gente e contava contente o que fez de manhã; e os seus olhos era tanto brilho, que eu, mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de pai, é falar de amor de pai, amor de filho, de gratidão, de cumplicidade, de exemplo e de espelho; falar de broncas, de gestos, de memórias, de puxões de orelha, de gargalhadas, de uma vida inteira; falar com o coração, falar com a alma e com o simples sorriso dele que eu carrego comigo. Letras de músicas, de poemas, de cantigas e de histórias – os nossos pais são inspiração para tudo nesse mundo. Meu pai, sem dúvida nenhuma, é meu ídolo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nascemos, não conseguimos distinguir nada; ainda não temos a noção do que logo adiante está preparado e pronto para nós. E a partir daí, precisa-se de muito pouco para começarmos a perceber que aquela mão grande e confortável é e será a nossa fortaleza. É a mão que estará ali, pronta para ajudar e acudir a gente, sempre que precisarmos. Os nossos pais, o meu pai, foi o alicerce inicial necessário para que pudesse, de fato, nascer... foi o presente de Deus na minha vida, e foi o que de melhor poderia ter acontecido; uma das maiores provas de Seu amor por mim. Meu pai é meu exemplo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível não lembrar da lágrima presa aos olhos, quando ele nos deixou pela primeira vez no colégio chorando. É impossível não notar a força que ele sempre nos passou, mesmo quando sabia que não estava nada bem. É impossível não agradecer o abraço forte, apertado, o aconchego, o carinho sem jeito, o sorriso embargado, o gesto desengonçado. É impossível não agradecer o grito, o entusiasmo, a companhia nas competições de natação, no campo de futebol, na luta do judô, nos festivais de ballet, no jazz, ou nas rodas de capoeira. É impossível não se referir à confiança de todas as horas, dos passeios aos domingos, das reuniões de família quando ele pedia silêncio, com a voz forte e grossa, para que pudéssemos fazer a oração. O churrasqueiro das reuniões, o motorista das idas à distribuidora, o despertador dos domingos de missa, o super-herói dos nossos melhores filmes, o galã da novela das oito. Meu pai é aquele que eu sempre quis ser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui entra uma questão conflitante: é impossível ser igual aos nossos pais. Meu pai é o melhor! "Filho de peixe, peixinho é!" Confesso que tento, ao máximo, ser tudo aquilo que ele é, e tudo aquilo que ele significa para mim, minha família e até mesmo meus amigos. Me sinto tão orgulhoso quando ouço: seu pai é o máximo! Estufo o peito e repito: meu pai é o máximo! Então o tempo vai passando, as coisas vão mudando, e continuamos amando cada vez mais os nossos pais. A educação que ele me deu, as palmadas bem dadas, a coragem de me deixar crescer e me entregar ao mundo. A confiança de ter entregado o carro pela primeira vez, a bronca na minha mãe quando ela quis ligar no meio da madrugada, o dinheiro escondido, o esforço de me dar uma viagem de presente. Meu pai é meu anjo da guarda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Pai, Eu não faço questão de ser tudo. Só não quero e não vou ficar mudo para falar de amor para você! Pai, eu cresci e não houve outro jeito; quero só recostar no teu peito, Para pedir para você ir lá em casa... Pai, você foi meu herói, meu bandido; hoje é mais, muito mais que um amigo. Nem você nem ninguém está sozinho. Você faz parte desse meu caminho, que hoje eu sigo em paz!' Meu pai é meu mundo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-7643721591813029026?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/7643721591813029026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=7643721591813029026' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7643721591813029026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7643721591813029026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/08/mais-que-seu-filho-eu-sou-seu-fa.html' title='Mais que seu filho, eu sou seu fã!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-8458036849745537208</id><published>2009-08-04T18:46:00.000-03:00</published><updated>2009-08-04T19:18:54.824-03:00</updated><title type='text'>O agora, para sempre!</title><content type='html'>Não importa o que pensam. Não importa o quanto parece loucura. Não importa o que digam. Reiterando: não importa (mesmo!) o que digam! É de coração, é de alma, é de semblante, de toque, de semelhanças, de complementações. É de abraços, de toques, de prazeres, de beijos molhadas, costas suadas, pernas entrelaçadas. É de saudades, de abismos, de despedidas, de solidões, de falta. É de igualdade, de ternura, de sentimentos, de apertos e de puxões. É de chocolate, é de sal, é de diferenças, é de misturas, é de inexplicáveis coisas. É de pensamentos, é de coincidências, de transmissões, de nostalgia, de afazeres. É clichê, é novo, é eterno, é de sonhos, de projeções e de vontades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já repeti, poucas vezes, algumas frases e vontades na minha vida. E tudo na minha vida transborda amor! Amor. Sentimento mais 'usado', falado, sentido, esbofeteado, apedrejado, cuidado, almejado, querido sobre o qual já ouvi falar. Prometi um 'para sempre' que até cheguei a achar que não existiria, em nome dessa certeza. Prometi a companhia de alguém que estaria realmente ali; mas os infortúnios e os contratempos insistiram em não cuidar daquilo, de nós, dos outros, de todos. Disse que tinha certeza de algo, mas não bastou, já que não tinham certeza da reciprocidade. Já sonhei com vidas se cruzando, se agrupando e realizando a eternidade... eternidade que só o amor promete, permite e abrange.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho intenção de falar do amor (enquanto sentimento) em si, em suma. Não temos propriedade para isso; ninguém tem. Mas falo do meu amor, daquilo que sinto, das minhas certezas... ainda mais certas do que nunca. Os amores de amigos, que se tornam nossa família; a frase bem pregada de uma 'irmã' ao dizer: "Seja benvindo à nossa família!" Um afago ao coração. Um abraço do amor de avó, um aperto no coração ao despedir dos pais, da minha 'vida'! A falta que me faz, o sentido que me completa, o valor que começo a dar a tudo que me cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exagero é não se entregar, é ter medo, é não acreditar. Exagero é deixar a desilusão, as experiências passadas, os tombos, os tropeços, os erros atrapalharem o presente, o futuro. Exagero é não lidar com os problemas, com a insegurança, com o julgamento, com a desconfiança. Exagero é não amar! Pouco tempo, muito tempo, tempo necessário... O amor transforma essa propriedade em algo relativo; só ele tem esse poder. 'Todos nós temos o nosso tempo!' Ou 'cada coisa no seu tempo'. Quando vi, estava não só transbordando, mas jorrando amor. E é assim que me sinto realmente feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado, cheguei a sonhar coisas semelhantes; repeti alguns jargões, fiz frases ditas, encaixei peças necessárias. E, hoje, tenho orgulho de dizer que foram necessárias. Foram necessárias para me mostrar o quanto hoje é mais completo, mais seguro, mais forte, mais certo! Necessárias para que eu aprendesse que não basta querer sozinho. Necessárias para me mostrar que não dá para seguir tentando, insistindo, sofrendo; que quando menos esperamos, Deus nos dá. Necessárias para me fazer acreditar que existe alma gêmea, que existe 'a metade da laranja'. Necessárias para fazer com que eu veja que está na hora, que agora sim é o que sempre quis. Necessárias para serem cuidadas, acariciadas e minuciosamente regadas. Necessárias para dizer: eu te amo, e é com você que quero viver o meu 'para sempre'!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-8458036849745537208?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/8458036849745537208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=8458036849745537208' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8458036849745537208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8458036849745537208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/08/o-agora-para-sempre.html' title='O agora, para sempre!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-6147778179891499086</id><published>2009-07-31T20:23:00.000-03:00</published><updated>2009-07-31T20:55:12.444-03:00</updated><title type='text'>As escolhas na contramão</title><content type='html'>Ações, complementações, vivências, experiências, filtro. A vida é feita de escolhas, e nós utilizamos as nossas vontades da forma mais simples e prática que conseguimos. Se eu quero ir à sorveteria no meio da tarde, eu arrumo um jeito e vou. Se eu quero dormir mais cedo, eu nego todos os convites e caio na cama. Se eu quero sair para dançar, eu saio e me distraio ao máximo. Se eu quiser aceitar um convite para jantar, não penso nem duas vezes. Se quero viajar no final de semana, convido alguns amigos e vou. Se quero visitar meus pais, me viro em três e consigo tomar o rumo. A questão é: As nossas escolhas dependem de nós, apenas de nós. Mas aí começo a pensar: o quanto isso é verdadeiramente dessa forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um tempo bem remoto, cheguei a aceitar convite de amigos para as baladas exageradas e rotineiras mesmo sem querer. Saí da cama no meio da madrugada para cuidar do conhecido que tinha saído do boteco bêbado. Viajei para o interior para agradar meus pais, mesmo tendo a oportunidade de fazer outra viagem. Sorri para o amigo triste, mesmo querendo chorar. Me calei diante da vontade do outro. Passei por cima de princípios e valores para tentar agradar. Proferi palavras infames, mesmo não me sentindo à vontade. Falei o que você queria ouvir, apenas para te ver satisfeito. Eu carreguei o peso nas costas, e deixei os outros leves, soltos e tranquilos. Eu briguei por ideais que não eram meus. Eu me fingi forte, para não incomodar. Eu enfrentei tempestades, e me fiz fortaleza. Eu engoli vespas, e não consegui digeri-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não é só comigo, e que tudo na vida é fase. E me remeto a isso com uma segurança de novos tempos, de vontades iguais e de sonhos compartilhados. E volto ao foco resumindo: muitas vezes, eu fiz o que os outros queriam, exigiam, esperavam, e deixei meus limites de lado. Não acho que isso tenha sido de todo ruim, ou até mesmo que seja um problema. Mas sei que hoje vejo as coisas diferentes, e por um ângulo mais calmo, mais seguro, mais sensível. Faço o que quero, e faço com vontade. O sorriso é mais sincero, o coração é mais calmo, as pessoas se sentem mais próximas, menos preocupadas, e eu me torno completamente alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí entra a questão contraditória, e até mesmo complementar. Eu ainda 'abro mão' para algumas coisas, ou para todas. Mas abro mão com a consciência de que eu me sentirei bem com aquilo, e que é realmente o que quero fazer. O amigo que me convida para ir à boate matar a saudade, ou jogar conversa fora e rir das situações ganha minha companhia, mesmo estando cansado e preferindo uma noite de sono. Se meu companheiro quer ir à boate uma, duas ou três vezes por semana, eu serei um excelente companheiro, porque abro mão para ver ele satisfeito, e porque sei que isso refletirá em mim. Se minha amiga quer que eu deixe de ir a algum lugar porque ela quer minha companhia, não penso nem duas vezes; "estou com ela e não abro"! Se o sol está escaldante na manhã de quarta-feira e o convite para o clube é feito, saio da minha confortável cama para aproveitar algumas horas de diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, vejo o quanto é importante viver; viver de verdade. Como é bom abrir mão de preceitos, vontades e comodismos para acompanhar uma pessoa querida, um amor, um amigo, a família. Como é bom ganhar novos ares e renovar das maneiras mais improváveis possíveis. Como é bom dar um voto de confiança e se jogar, arriscar, cair, levantar. Como é bom abrir mão do dia a dia, do mau tempo, do conflito, do cansaço, da preguiça. Como é bom ser notado, ser reconhecido e ter com quem contar. Como é bom ver o sorriso de gratidão, de bom senso e de acolhimento. Como é bom saber que se é útil, querido, escolhido, lembrado. Como é bom abrir mão das mazelas, e dos erros. E eu continuo com a certeza de que sempre abrirei mão para o que for preciso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-6147778179891499086?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/6147778179891499086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=6147778179891499086' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6147778179891499086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6147778179891499086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/as-escolhas-na-contramao.html' title='As escolhas na contramão'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-5330378724886424993</id><published>2009-07-29T19:34:00.001-03:00</published><updated>2009-07-29T20:05:29.773-03:00</updated><title type='text'>[quase] Um basta!</title><content type='html'>Cansei de esperar dos outros. Cansei de me preocupar com as coisas que ninguém se preocupa, e que só eu insisto em importar. Cansei dos outros me julgarem. Cansei de sentir as dores que só eu sinto. Cansei de sofrer com o que vem, insiste em me atingir, em me derrubar. Cansei de ficar preocupado com o futuro, com o que vai acontecer. Cansei de trazer comigo as vontades que só eu tenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei dos tombos, das porradas, dos infortúnios. Cansei de tentar levantar e continuar andando. Cansei da inveja dos outros. Cansei das minhas coisas engraçadas. Cansei da vontade de continuar tentando. Cansei de esperar, de imaginar, de vislumbrar. Cansei dos outros em mim, e dos outros comigo. Tenho cansado da vontade de completar minhas andanças, e de tentar chegar a algum lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei de dizer eu te amo, e de não sentir ser amado. Cansei de sofrer com antecedência. Cansei das minhas inseguranças, e do meu dia a dia. Cansei do achar, do projetar e do recorrer. Cansei dos outros não me conhecerem, e falarem de mim como se eu fosse sua propriedade. Cansei de aparências, e de achismos. Cansei do abuso e da falta que sempre senti. Cansei do bom dia sem resposta, cansei do sorriso cansado. Cansei do entusiasmo de outrora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei de doações e de complementações. Cansei de dizer, de escrever e de reler. Cansei de fazer por esperar; e de esperar todo tempo. Cansei de não me cuidar, e de me preocupar com aquilo que não me pertence. Cansei de sonhar e de acreditar. Cansei de sentir, de pressentir, de buscar. Cansei de acreditar e esperar que dure mais que um dia, mais que um mês, ou um ano. Cansei de achar que o problema é comigo, e que todos estão certos. Cansei de acreditar que sempre tenho uma parcela de culpa. Cansei de ser submisso e de aceitar o que chega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei de cansar pela segunda, terceira ou quarta vez. Cansei de saber que a vida é assim! Cansei da vida em si. Cansei, e agora ficarei quieto... cansando com o trabalho, com as cobranças e com as responsabilidades. Cansei de caminhar sozinho, e cansei de saber que não nascemos para seguir solitários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-5330378724886424993?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/5330378724886424993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=5330378724886424993' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5330378724886424993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/5330378724886424993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/quase-um-basta.html' title='[quase] Um basta!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-248734428200447840</id><published>2009-07-24T19:53:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T19:46:03.477-03:00</updated><title type='text'>Um brinde às surpresas!</title><content type='html'>Eu sempre fui muito carente, e isso é fato! Quando era criança, não saía da 'barra da saia' da minha mãe. Meu pai nunca gostou de sair; trabalhava o dia inteiro, e quando chegava em casa, não atendia nem o telefone, que insistia em tocar ao seu lado, ali na mesinha... mesmo assim, não adiantava nem esperar um movimento dele para aquela ação. Corríamos como uns doidos, eu e meus irmãos, para finalizar o repetido toque do telefone. Então era assim: eu e minha mãe na rua o tempo inteiro, e meu pai descansando em casa, com meus irmãos jogando videogame. Minha mãe me conhecia como ninguém. Ela sabia o quanto eu gostava de surpresas. Se era uma balinha, ela mirabolava uma forma mágica para que eu tivesse a surpresa de ganhá-la; e isso era uma coisa que me acompanhava rotineiramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre gostei de surpresas! Quem nunca gostou, afinal? Eu sabia que não existia Papai Noel... eu sempre soube. Mesmo assim, ganhar o presente de Natal à meia noite, ao pé da cama, às escondidas, pé ante pé, era muito melhor do que recebê-lo das mãos dos meus pais. O par de roupas impecavelmente na moda engomado no pacote brilhante era um toque de sensibilidade imenso. Os cafés da manhã aos domingos, antes de ir para a missa, era uma surpresa já esperada. A viagem do fim de ano era comunicada quase em cima da hora. Quando era criança, essa sensação estava comigo o tempo inteiro... Afinal, essa era uma das poucas constantes na minha infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era (sou) esperto! Foram três tentativas de fazer uma festinha surpresa no dia do meu aniversário, quando ainda morava no interior. Era cômico, era engraçado, era estranhamente sensível... Minha mãe combinava com a diretora e a professora, e durante a aula eu era chamado para um telefonema sem nexo na sala da diretoria. Não precisava de muito; já saia da sala rindo. Outra vez, me levaram para visitar uma tia, tomar um sorvete, 'admirar a cidade' antes de uma provável saída para a sorveteria, onde iria comemorar com alguns amigos mais íntimos. Saía de casa impecavelmente arrumado e pronto para a mudança de planos. Depois, uma tarde no clube, já que era sábado, mas chegava em casa limpo e com a camiseta amarela nova, que destacava o bronze detalhadamente adquirido. E eu ainda conseguia fazer aquela cara de surpresa. A melhor sensação era olhar para a minha mãe e ver que ela tinha conseguido o que queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a gente cresce! Os compromissos aumentam, as horas passam mais rápido, os trabalhos consomem, as noitadas nos cansam, os objetivos mudam, a juventude vai passando. Mesmo assim, as surpresas se fazem presente. É como eu sempre digo: tudo é questão de prioridade, de carinho, de afeto. Me recordo do único aniversário surpresa que conseguiram fazer. Fui chamado para um churrasco, no final de semana anterior à semana do meu aniversário. "A minha família virá, passaremos o dia aqui". Não desconfiei de nada; não esperava aquele presente. Todos os melhores amigos reunidos para celebrar mais um ano de vida. E eu fui inocente; talvez porque seja realmente uma das poucas pessoas de quem eu não duvido, acredito em tudo que diz. Eu estava tão ansioso para passar o dia lá, que não reparei nem nos carros na porta com o adesivo de 'jornalismo-UFG', ou do Cross Fox amarelo tão conhecido. Quando abri a porta, estavam todos lá... e eu não sabia o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora as surpresas se resumem a coisa boas, coisas gostosas. E há tempos não as recebia, não as presenciava, sequer sentia-as. Em um dia qualquer, de uma noite qualquer, com a sintonia de um beijo qualquer, sem a expectativa nenhuma, eis que aconteceu. Uma surpresa na minha vida... uma surpresa que se transformou em todas as outras coisa boas que tem acontecido. Resumo-a no seguinte: depois de uma noite no cinema, na companhia de novos amigos, ao chegar em casa, pronto para uma noite de amor e de bom sono, ali estava a caixa de Diamante Negro, muito bem escolhida, e uma 'lembrancinha' sentimentalmente embrulhada, um beijo gostoso, os olhos marejados, o coração acelerado. Uma surpresa que me fez pensar em todas as outras da minha vida! Uma surpresa que me fez querer escrever, agradecer, completar, viver, sorrir... Uma surpresa que me fez querer surpreender! Um brinde às coisas boas da vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-248734428200447840?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/248734428200447840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=248734428200447840' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/248734428200447840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/248734428200447840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/um-brinde-as-surpresas.html' title='Um brinde às surpresas!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-1531439194074183213</id><published>2009-07-21T20:01:00.000-03:00</published><updated>2009-07-21T20:55:39.680-03:00</updated><title type='text'>Não são meus problemas</title><content type='html'>Começo a pensar o quanto somos vulneráveis. O quanto somos enganados. O quanto as pessoas são maldosas. Começo a me questionar qual o verdadeiro sentido de existirmos em sociedade, e a refletir sobre as várias questões humanitárias e inúteis, que desde a existência do homem, são presentes no dia a dia de qualquer um. Logo depois, ao sentar na cadeira desconfortável do trabalho, entre um intervalo e outro, entre um login ou um download, desisto de tentar entender essas questões. Não adianta! Nós nunca entenderemos o quanto somos diferentes, e como devemos ser submissos a (quase) tudo. É uma cadeia, uma pirâmide, castas, colocações, posições. Porque a relação empregado-subordinado não pode ser agradável? Se eu não tenho 500 mls de silicone nos peitos e na bunda, se eu não me insinuo, se eu não 'puxo saco', eu não sou um bom funcionário. Salvo as exceções, vejo, presencio e convivo com isso todo o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser hipócrita, hoje em dia, é uma coisa rotineira. As pessoas, às vezes, não querem ser sinceras, não querem agradar, não querem, ao menos, ser educadas. Qual o problema em reconhecer o trabalho do outro? Em aceitar que o outro tem qualidades a mais do que eu? Que o outro pode ser competente tanto quanto eu? Se eu sou feio, desarrumado e fedido, quase ninguém me olha, me percebe... mas o contrário te faz um burguesinho bem relacionado, simpático, visível, um ser extremamente notável e agradável. E digo isso porque eu nunca me preocupei com essas coisas - não com esses pressupostos; e porque eu nunca fui engajado. Nunca! Militâncias, problemas relacionados ao mundo, aos instintos, ao psicológico, ao meio ambiente, aos outros... nada me preocupou, me preocupava e acredito que nunca preocupará! Então isto tudo serve como um desabafo. É inacreditável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do dia, ao realizar as minhas rotineiras leituras, visito o blog de uma amiga e participo de um dia em que ela relata a militância em Brasília, quando ela percebe essas características ao cobrir uma matéria que teria que fazer. Mas não quero fugir do foco... O fato é: eu, que nunca fui preocupado com isso, hoje me vejo extremamente chateado com essas relações, com as injustiças, com a prepotência, a arrogância. Não vejo o porquê de ser necessário a existência disso tudo. A máxima da 'igualdade para todos' nunca foi uma verdade. Aparência, atitudes, insinuações, posições, status sempre foram ponderantes - nada mais óbvio, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pena mesmo é saber que não há estimativa de mudanças, não há, sequer, esperança. Trabalho bem feito, dia cansativo, doação, concentração, estresse. As recompensas virão? De certa forma sim, mas isso não muda o fato de passar por humilhações desnecessárias, de viver problemas que não são seus, de ver e ouvir coisas horríveis. É inerente ao ser humano, eu sei, mas se pudesse, sumiria de vez! Não como sintoma de fraqueza, ou de impotência, ou até mesmo de covardia... mas sim de angústia, de sentir os pés e mãos atados, de não saber para onde correr, de saber que não há como mudar o mundo! Um tanto de vivências, de verdades, de mentiras e de criações. Um tanto de mim, um monte de você!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-1531439194074183213?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/1531439194074183213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=1531439194074183213' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1531439194074183213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1531439194074183213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/nao-sao-meus-problemas.html' title='Não são meus problemas'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-8681309497088160702</id><published>2009-07-16T10:08:00.000-03:00</published><updated>2009-07-19T14:55:23.773-03:00</updated><title type='text'>Lições e missões</title><content type='html'>Eu aprendi que pai e mãe são os nossos melhores amigos; mas que podemos somar a eles outros grandes amigos. Aprendi que trabalhar com o que se ama é realmente melhor; mas que não há como fugir dos 'ócios do ofício'. Aprendi a aceitar que existem diversas formas de falar a verdade; mas que [quase sempre] nunca queremos ouvir as verdades inconvenientes a nós. Aprendi que amor se constrói; mas que ele se destrói com o tempo. Aprendi a distinguir que azul é mais bonito que verde; mas que os dois juntos são ainda mais interessantes. Aprendi a perceber que gosto de ir ao cinema; mas que não é bom ir com quem não gosta. Aprendi que ciúme não é bom e não é ruim; mas que, na medida certa, é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aprendi que todos somos diferentes; e que não adianta querer mudar os outros. Aprendi que companheirismo é convivência; e que exige um esforço imenso. Aprendi que noite é melhor que dia; mas que colocar um óculos de sol no rosto é sensacional. Aprendi que calça jeans e havaianas combinam; e que a camiseta branca dá um 'toque especial'. Aprendi que não devo me preocupar com o amanhã; mas que fazer planos é estimulante. Aprendi que não gosto de sexo; mas que o toque da pele é gostoso. Aprendi que ser carente não é problema; mas que projetar ela nos outros é confusão. Aprendi que não adianta gritar; e que o silêncio, às vezes, compensa mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu descobri que quero correr com o tempo; mas tenho medo de não aproveitá-lo. Aprendi que quero viver sorrindo; mas os problemas não deixam. Aprendi que não adianta esperar, e que tudo acontece quando menos imaginamos. Aprendi que um "bom dia" não precisa de resposta; mas que se assim for, ficamos sem graça. Aprendi que surpresas são benvindas; mas que se não forem boas, melhor não tê-las. Aprendi que, apesar dos 'pesares', podemos nos apaixonar; mas que é difícil lidar com as diferenças. Aprendi que para sermos felizes temos que estar com alguém; mas que não seremos se isso for uma necessidade. Aprendi, então, que ficar sozinho é gostoso; mas que é bom ter uma mensagem de carinho, um beijo apaixonado e, quem sabe, uma companhia para todas as horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi a gostar de cozinha; e que cozinhar o que comemos é uma delícia. Decidi que a culinária japonesa é a melhor; mas aprendi que não agrada a todos os paladares. Aprendi que não basta dizer 'eu te amo', e também, que demonstrar é fácil... aprendi que difícil mesmo é manter esse sentimento. Aprendi que posso ler um livro em uma boa viagem; mas que não devo dedicar todo meu tempo a isso. Aprendi que viajar é uma das melhores coisas do mundo; mas que ficar em casa tem as suas vantagens. Aprendi que ir à praia é excelente; mas que passar um dia com os amigos em um clube é tão bom quanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi que ainda não sei nada, e que quero continuar aprendendo. Aprendi que a felicidade, a sorte e os bons momentos são únicos; mas que eles também dependem de nossas escolhas. Aprendi que é necessário carinho, afeto, e que devemos cultivar quem e o que gostamos. Aprendi que a vida é um livro, uma história contada, vivida...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-8681309497088160702?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/8681309497088160702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=8681309497088160702' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8681309497088160702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/8681309497088160702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/licoes-e-missoes.html' title='Lições e missões'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-3597031016420551263</id><published>2009-07-09T11:51:00.000-03:00</published><updated>2009-07-09T12:50:58.061-03:00</updated><title type='text'>A minha sina</title><content type='html'>Eu sou ansioso. Minha mãe é extremamente ansiosa - o que reflete na insônia que insiste em deixá-la cansada e mal. Meu pai é visivelmente ansioso - o que faz com que ele tome seus remédios para dormir. Minha vó é exageradamente ansiosa - o que a tira do descanso vespertino para limpar a casa mais uma vez, ou fazer um biscoito diferente. Tenho amigos compulsivamente ansiosos, que insistem em me acompanhar nos ritmados balanços das pernas, ou nas manias mais características, como roer as unhas ou atropelar as palavras de uma pessoa, que marcam as reuniões em casa, ou a expectativa ao assistir um filme. Definitivamente, quase todos somos ansiosos. Mas isso, nesse momento, é uma coisa que muito me preocupa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vazio no estômago. Coração batendo rápido. Medo intenso. Aperto no tórax. Transpiração. Ao ler um pouco sobre o que é em si a ansiedade, percebi que ela é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real (ou imaginário). Ser ansioso é uma característica inerente a nós, que insistimos em esperar, imaginar, desejar, projetar... O telefone que toca lá longe, no quarto, me traz um aperto no coração. A ligação do chefe da Redação me deixa preocupado. Os planos para o final de semana são detalhadamente acolhidos. A espera de uma mensagem, ou recado, me fazem ficar preso àquilo, somente aquilo. A percepção que tenho disso, na maioria do tempo, é natural, é intrínseca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando menos esperamos, as coisas se aproximam, chegam e se apossam. Como devo agir mediante responsabilidades delegadas em tão pouco tempo, e de tamanha relevância? O fato nem é a preocupação de que se 'darei ou não conta do recado', mas sim se conseguirei atingir ou superar as minhas próprias expectativas. Ao conversar com uma amiga o quanto estou preocupado, escuto um breve elogio, um 'empurrão' para enfrentar com coragem e confiança a nova etapa. Tenho comigo o fato de que realmente não precisaria de nenhuma palavra. Às vezes [quase sempre], a única coisa que precisamos é de ser ouvido, ser acolhido. Não tenho medo das novidades: o novo é um desafio, uma busca, uma superação; algo que fará com que me sinta melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, me sinto ansioso, nervoso, quase todo o tempo -  e não é uma coisa patológica. Não vivo a ansiedade só quando surgem novidades, ou algo muda e foge do meu controle. Eu sou naturalmente nervoso. Cada página de um livro que passo, a cama se balança mais, a testa fica fortemente enrugada e a expectativa é notavelmente percebida. Seja ao acordar, ao passar do dia, ao deitar; a ansiedade insiste em me acompanhar, e eu levo-a comigo todo o tempo. Ser ansioso, no final das contas, é a minha sina -  é a sina de qualquer um de nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-3597031016420551263?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/3597031016420551263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=3597031016420551263' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3597031016420551263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3597031016420551263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/minha-sina.html' title='A minha sina'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-1392456015237635681</id><published>2009-07-08T12:23:00.000-03:00</published><updated>2009-07-08T12:24:56.886-03:00</updated><title type='text'>Retratos da liberdade</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ninguém é mais escravo do que aquele que se considera livre sem o ser&lt;/span&gt;. (Goethe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberdade. Substantivo feminino, com um significado forte e com um histórico presencial. 'Faculdade de fazer ou de não fazer qualquer coisa, de escolher. Independência: conquistar a liberdade'. Outro dia, comecei a pensar os vários sentidos que essa palavra carrega, e por acaso, em uma longa e cansativa espera na sala de um consultório médico, li o artigo de Lya Luft na Veja sobre esse mesmo assunto, e comecei a me questionar a credibilidade do real valor que ela nos traz - ao longo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a vaga sensação de que somos donos das nossas escolhas, e que tudo que fazemos é reflexo de uma vontade e decisão nossa. Ledo engano. A vontade de comer o Big Tasty mais tarde é guiada por uma parcela de valor imposta pela propaganda: 'O grande matador, do tamanho da sua fome'. Golpe baixo; realmente, a minha fome é enorme, quase todo o tempo. A compra daquele cachecol novo, ou daquele Mocassim chique é determinada, também, pela beleza que se enxergou quando o modelo apareceu maravilhosamente photoshopado naquela revista famosa. "Cachecol preto que combina com sua camisa: 60 reais. Mocassim branco-gelo na promoção imperdível: 79 reais. Aquela outra camiseta listrada maravilhosa para uma próxima saída do outro final de semana ainda: 115 reais. Óculos gigantes combinando com seu rosto redondo: 189 reais. Baladinha no final de semana: 100 reais. Continuar consumindo desmedida e compulsivamente: Não tem preço". Malditos cartões de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Direito que alguém se arroga: tomar a liberdade de contradizer uma pessoa. Liberdade de opinião, de pensar, direito de exprimir cada um de seus pensamentos, suas convicções'. Fala sério! Vai dizer à sua amiga que você não concorda com o fato dela sofrer pelo ex-namorado, que não se importa com ela. Vai falar para os seus pais que tatuagem não é coisa de "maloqueiro". Vai dizer à sua avó que o Roberto Carlos não é o melhor cantor do mundo. Diga ao colega que aquela foto está muito photoshopada. Tente dizer a uma pessoa que você não acredita naquilo que ela defende piamente. É um dever, às vezes, se relacionar bem com quem se gosta. O direito, transformado no oposto, carrega consigo uma carga pesada, um fardo que chega a ser exagerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Liberdade natural; direito que o homem tem por natureza de agir sem qualquer constrangimento externo'. Complicado. Complicadíssimo, para falar a verdade. Nesse ponto, entra a questão do preconceito, dos tabus, dos (pré)conceitos formados ao longo da vida, e mais um tanto de poréns. A vida em sociedade exige que eu me porte de uma forma, que algumas vezes, não condiz com aquilo que realmente quero fazer ou falar. Aos olhos dos outros, o 'diferente' é chocante; chega a ser repulsivo. Como devo agir para não ser taxado, para não ser apontado? O jargão 'cada um cuida da sua vida' vai, totalmente, por água abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Maneira de agir com audácia: tomar liberdade com qualquer pessoa'. Acredito, apesar de tudo, que os conceitos de liberdade, no final, são ditados por nós. São contradições que se complementam, e que determinam o motivo de sê-las. Vou tomar a liberdade de continuar agindo da forma que me convém, mantendo, melhorando... tudo de acordo com aquilo que quero. Como tudo na vida, as diferenças se contrapõem e todos somos guiados por escolhas próprias. Repetitivo, cansativo, monótono. As palavras óbvias aqui ditas são reflexos da liberdade que tomo de falar com audácia: eu não te dou a liberdade que não quero que tenha. "A nossa liberdade termina quando começa a liberdade do outro".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-1392456015237635681?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/1392456015237635681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=1392456015237635681' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1392456015237635681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/1392456015237635681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/retratos-da-liberdade.html' title='Retratos da liberdade'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-6293766094076871285</id><published>2009-07-02T12:08:00.000-03:00</published><updated>2009-07-02T12:53:50.367-03:00</updated><title type='text'>Os meus tratos</title><content type='html'>"Se tratássemos do que é importante para o Brasil com a mesma seriedade e paixão que tratamos o futebol, este país seria outro." Essa foi a frase que Rafinha Bastos, famoso jornalista do CQC, deixou registrado no Twitter no início da tarde de hoje. Foi o pontapé inicial que estava precisando para começar a falar um pouco dos vários âmbitos que englobam essa questão. Não a questão do futebol, ou da política em si, somente, mas também das nossas escolhas, das nossas atitudes e, principalmente, das nossas prioridades. Seriedade e paixão são dois sentimentos, duas posições que motivam o ser humano. Se tratássemos nossas vidas regidos sempre por estes dois quesitos, com certeza, este país seria outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa por nós! É clichê e repetitivo ouvir e falar que 'as melhorias de tudo nesse mundo parte do individual'; "faça a sua parte, que já estará fazendo o suficiente para melhorar a sua casa, o seu bairro, a sua cidade, o seu país" - não jogue lixo na rua, não ande muito de carro, não ofenda o próximo - mesmo que o outro o faça. Seja a diferença! Não é difícil, então, perceber que tudo na nossa vida é determinado pelas prioridades. Não trato as questões políticas com a mesma seriedade e paixão que trato as discussões de cinema, por que, realmente, estou descrente dessa roubalheira, dessas confusões, dessas mentiras. Vê-se, como exemplo determinante, o movimento #ForaSarney. Quantas pessoas aderiram a ele? Quantas pessoas se preocupam realmente com o que está acontecendo no Senado? Quantas pessoas sabem o quanto isso nos atinge, o quanto é próximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não vamos longe - vou citar exemplos mais próximos, mais pessoais! Nada [n-a-d-a!] no mundo, com toda minha pequena experiência de amores, decepções e vivências, justifica o fato de uma pessoa se amar menos do que ama o outro. Qual a relação com o que tenho falado até agora? Simples: trato com paixão e seriedade aquilo que me compete também. Nós não deveríamos sofrer tanto por alguém que nos traiu algumas vezes, que nos trocou, que não nos respeitou, enfim, que não nos ama de verdade. Falta paixão por si próprio... falta ponderar a razão e a emoção. E eu nem sou racional, quando se trata de sentimentos; mas eu sei o quanto devo cuidar de mim, o quanto devo ser prioridade ao me relacionar com qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Chorar faz bem! Sorrir mais ainda!' Como eu vou me preocupar com a política, se a coisa anda tão feia, e eu nem me preocupo comigo mesmo? Como eu vou cuidar daquilo que acredito estar tão longe, se eu não sei cuidar nem dos meus relacionamentos, tão próximos? O futebol, pelo menos, relaxa, não é cansativo, não é monótono, não é burocrático. Mas, ainda assim, eu poderia aprender a lidar melhor com minha paixão, com meu empenho, com a minha disposição. Se parássemos para pensar, poderíamos mover o mundo  [pelo menos o 'nosso' mundo] se fôssemos sérios ao fazer as nossas escolhas, ao agirmos e ao caminharmos nas direções certas. Não temos porque fugir disso! Basta tratarmos corretamente as questões que, de fato, são importantes. E eu nem sou ninguém para falar isso... mas, (in)felizmente, é comprovado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, depois de nós, de nossas pessoalidades, aí sim, quem sabe?, possamos, realmente, dar cabo das outras questões que tanto são, também, preocupantes. Olho para mim, agora, e percebo o quanto falta para o Brasil melhorar. Quero cuidar de você; mas ainda tenho que cuidar de mim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-6293766094076871285?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/6293766094076871285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=6293766094076871285' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6293766094076871285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/6293766094076871285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/07/os-meus-tratos.html' title='Os meus tratos'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-4578605295688816924</id><published>2009-06-27T16:47:00.000-03:00</published><updated>2009-06-27T17:43:50.439-03:00</updated><title type='text'>Eu já fui perfeito!</title><content type='html'>Com o passar do tempo, começamos a enxergar as coisas de maneiras cada vez mais diferentes. Nada mais óbvio do que isso, claro! Mesmo assim, é bom pararmos para pensar, às vezes, nessas coisas. Um dia na praça, algumas horinhas na sorveteria, uma visita surpresa, as tardes no clube, as reuniões regadas a filmes de terror e pipoca, os dias da natação, o patins, a bicicleta [rara, depois de um acidente] e a leitura de um bom livro durante a tarde são coisas que vão ficando escassas, raras, quase 'não existentes'. Até mesmo as viagens, que eram sagradas. Cada feriado, férias, final de semana que se aproximava, a diversão era garantida. Definitivamente, tínhamos tempo para nós. Tínhamos tempo para aproveitar a vida [e reitero o significado da palavra a-pro-vei-tar].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma tarde monótona [se é que dá para chamar uma tarde em uma redação de jornal de monótona], cansativa e estressante - daquelas que tenho citado com frequência -, ao conversar com um 'amigo virtual', eu ouvi a seguinte pergunta: "Para qual time você torce?". Estávamos conversando há algum tempo, há mais de umas cinco ou seis horas, mais ou menos. E quando já tínhamos falado de (quase) tudo, eis que surge a pergunta. Mais do que de prontidão, fui logo respondendo: "Eu não torço por time nenhum. Por quê?". E digo isso sem medo de ser repudiado mesmo. Para ilustrar, recordo-me que mais cedo quase fui linchado da redação ao dizer que não sabia que o Brasil jogaria contra os EUA amanhã e, para piorar, que a seleção iria sequer jogar amanhã. Como quem quisesse consertar, ainda soltei um "ah, é verdade, amanhã é jogo do Brasil contra o Peru". De onde eu tirei isso, eu não sei... mas o fato é que as funções do jornal têm me deixado sem tempo para outras coisas; ou para quase tudo. Não que isso justifique a falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao responder o porquê da pergunta, esse meu amigo disse: "Por que se você torcesse para o São Paulo, você seria perfeito". Pronto! Bastou essa frase para minha cabeça começar a funcionar, e para eu voltar àquela nostalgia que insiste em me acompanhar nos últimos tempos. Ao contrarresponder a sua afirmação, eu disse que isso não era bom, e não era ruim, porque eu poderia torcer para qualquer time que eu quisesse, dependendo da situação. [Me desculpem os torcedores fanáticos, que amam o futebol e veneram seus times. Isso vai além de qualquer vontade minha].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, eu me enchi de lembranças e comecei a acompanhar um raciocínio que é maravilhoso. Lembro-me como se fosse nos dias de hoje, a época de futebol do colégio - sim, eu arrisquei a jogar na zaga e cheguei a defender o time da escola no gol em um campeonato local, os famosos Jogos Colegiais - "Frangueiro", "Perna de pau" eram os nomes mais bonitinhos que eu conseguia entender. Mesmo assim, eu não deixava que me intimidassem. Mas essa nem é a questão. O fato é que, como nos dias atuais, os amigos vêm, vão, mudam, conservam-se, mantêm-se, fortalecem-se, afastam-se; e naquela época não era diferente, (in)felizmente. Naqueles 'remotos' tempos, eu cheguei a torcer pelo Corinthians, porque o meu melhor amigo também torcia; defendi o São Paulo como o melhor de todos os tempos, por que o meu novo melhor amigo defendia-o; gritei pelo Vasco, porque o melhor programa para a quarta à noite era reunir a turma para cruzar os dedos juntos. Eu passei por uma gama de clubes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha que coisa legal: antigamente, torcer por algum time era um pré-requisito para ser de uma turma, ou mesmo apenas para ser descolado e ter assunto para conversar na hora em que todos só falavam disso. E eu nunca gostei de futebol. Nunca! Toda minha história pregressa prova que as minhas passagens pelo futebol foram sintomas, imposições, desenvoltura, lábia. A verdade é que, um dia, nesse conceito de definições e vivências, eu cheguei a ser perfeito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-4578605295688816924?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/4578605295688816924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=4578605295688816924' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4578605295688816924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4578605295688816924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/06/eu-ja-fui-perfeito.html' title='Eu já fui perfeito!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-9014423464488760591</id><published>2009-06-23T09:44:00.001-03:00</published><updated>2009-06-27T11:16:46.485-03:00</updated><title type='text'>Meu videogame</title><content type='html'>Há tempos venho pensando a questão dos imprevistos, dos improvisos e das surpresas. Acordar e traçar um cronograma para seu dia: trabalhar, almoçar, trabalhar mais um pouco, chegar em casa, comer alguma coisa, tomar um bom banho e deitar. Sabe o dia que consegui fazer isso? Não me lembro! E ontem foi mais um dia de surpresas. E que surpresas! Tenho tentado descansar, dormir mais que o normal, colocar as energias em dia, melhorar a imunidade, sair dessa onda de doenças e afins...e nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que eu ganhei um vídeogame, um Play Station 2, com uma coletânea inteira de jogos - os ruins, os bons e os perfeitos. Tem coisa melhor do que deitar em um amontoado de almofadas, comer brigadeiro com pão assado, coca-cola e horas de risadas com amigos que não via ha algum tempo? Confesso que nem me lembrava disso. E ontem não era para ter sido um dia assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí do trabalho como se fosse para a cama. 'Ufa, mais um dia completado. Agora é descansar para começar tudo de novo amanhã'. Ao entrar no carro, o celular toca. "Oi, estou te ligando para falar que eu e as meninas estamos indo para sua casa jogar videgame. Pega a Siclana e vamos comer algo"; depois dá-lhe sessão nostalgia. Engraçado que é uma sensação boa. Apesar do cansaço de hoje, das horas de sono atrasadas, da falta de concentração e das pescadas sobre o teclado do computador, eu me sinto extremamente realizado. Acho que eu merecia fazer essa 'loucurinha'... Afinal, eu fazia isso, em tempos remotos, todos os dias, praticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Super Mário World! Não conseguíamos nem sentar. Aquela musiquinha era motivo de pulos, de euforia e rendeu até uma coreografiazinha. Entre os gritos de 'agora é minha vez', o pão esquentando no fogão e o brigadeiro aromatizando o apartamento, eis que o celular toca. Uma surpresa! Aí tudo ficou mais divertido ainda, mais engraçado, mais empolgante. Logo depois passamos para MárioKart, eu conseguia ganhar... ainda tinha habilidade para esses joguinhos. Passamos para Street Fighter, só que não agradou a alguns. No Mortal Kombat, o grande destaque da noite, não teve ninguém que ganhou de mim... e olha que a torcida adversária era unânime. E acabamos em Bomberman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma bolha no dedo, os dois copos de café, as 'pescadas' e a inquietação não são nenhum problema perto da noite agradabilíssima que tive. É bom lembrar o quanto era maravilhoso ser criança... lembrar que a única preocupação que tínhamos ao acordar era qual estratégia iríamos usar para passar daquela fase do Donkey Kong, ou como faria para vencer o chefão do Aladin, ou até mesmo que horas poderia sentar em frente a TV e ficar horas intermináveis saboreando todas aquelas novidades, explosões de cores, sons e gráficos. São pequenas coisas, mas que fazem com que a gente se sinta bem; simples assim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-9014423464488760591?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/9014423464488760591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=9014423464488760591' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/9014423464488760591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/9014423464488760591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/06/meu-videogame.html' title='Meu videogame'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-2864633767788285599</id><published>2009-06-22T09:58:00.001-03:00</published><updated>2009-06-28T16:01:51.664-03:00</updated><title type='text'>Nostalgia - uma homenagem a você, amigo!</title><content type='html'>Ontem eu me permiti sentir uma sensação que há tempos não sentia. E para falar a verdade, que eu nem lembrava que existia. Engraçado que, dessa vez, não era questão de evitá-la, ou de ignorá-la, mas sim o fato de não lembrá-la ou vivê-la. Como diria uma outra amiga [aquela sempre citada], eu me lembro de um dia ter sido um 'sonhador incurável'... E talvez eu ainda o seja; mas é uma coisa que ficou em segundo plano, ou terceiro, quarto. Eu não me lembrava o quanto era bom participar de uma surpresa - receber uma surpresa. Eu não me permitia viver isso mais. Idiotice!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'O Roh - propositalmente assim - mudou. O Roh não é mais aquele!' Isso, de todo, não é ruim. O menino relapso, desinteressado, bobagento, "sem compromisso", amigo de todo mundo e de qualquer um [e isso nunca foi exatamente nessa proporção] não é o mesmo. 'O Rodrigo realmente mudou, só que ninguém percebeu isso ainda'. Antigamente, ele tinha mais tempo para ligar, para correr atrás, tinha mais disposição e não importava o quanto tinha que ser só ele. Não foi sempre certo e talvez tenha sido mais falho do que certo... mesmo assim, deu para perceber o quanto não era recíproco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, de uma forma amena, mas que logo depois se tornou monstruosa, eu tive que escutar: 'tá chegando a idade de perceber e definir quem são os amigos deverdade. E espere, eles serão menos da metade do que são hoje'. No fundo, eu sabia que seria assim, mas não imaginava que isso tudo viria com as responsabilidades, com a correria, com as dúvidas. Enfim, que aconteceria quando você mais precisava.&lt;br /&gt;-Eu não te liguei, porque você não iria! É a pior das desculpas. Mas eu nem vim falar disso. Voltemos à sensação (re)experimentada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém se lembra da primeira vez que sentiu 'algo diferente' por outra pessoa? Quando sentiu o coração palpitando, o nervosismo de não saber o que falar, de ficar sem graça, de falar coisas sem sentido, e o pior, de não poder falar, agir ou pensar? Sim, porque se o seu caso foi complicado, garanto que o meu foi ainda pior. Uma situação impensável, ainda mais naquela época [me senti um velho agora!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, quando arrumava meu edredon da Sonhart e meus dois travesseiros altos e confortáveis, resolvi atualizar a sempre aberta página do orkut. Mais do que pedido em oração, eis que ali estava a surpresa em forma de depoimento. A sensação não foi a mesma que a de anos atrás; o fato é: fez com que eu lembrasse dela, dos tempos remotos. E não que tenha sido como o desejado, mas estava ali uma demonstração de amizade bonita, singela e querida... uma nostalgia, uma saudade daquele ano que foi o melhor de nossas vidas. A surpresa me deixou estático. Não consegui responder, não consegui levantar da cadeira por um bom tempo, e o pior [mais uma vez], não consegui sequer pensar em uma resposta. A noite passou em claro, com as lembranças daqueles que outrora foram os melhores momentos da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, a boa sensação se tornou uma sensação de alívio, de paz e de acolhida. Aquele amigo tinha sido sincero e tinha aberto o coração de uma forma que nunca tivera feito. E isso era o mais importante: ele nunca tinha feito isso nem naquela época, quando éramos intimamente ligados ao outro, quando tínhamos liberdade para dizer 'eu te amo, brody'. Eram mensagens trocadas de madrugada, [in]diretas préadolescentes, jogos de vôlei pela seleção do colégio intermináveis, tardes de cachorro-quente e coca-cola [mentiras contadas aos pais, avós e afins - 'vamos nos reunir para estudar física'] que P* saudade do Clube do bolinha... Eu poderia ficar páginas e páginas citando tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí o inesperado aconteceu. 'Eu resolvi dizer que te amo (sem medo de que possa entender coisas a mais do que a simples amizade que sempre sentimos um pelo outro)'. Foram palavras muito bem escolhidas; que me deixaram essa sensação de nostalgia, alívio e afeto. Como é bom, às vezes, lembrarmos dos velhos tempos, daqueles que foram e, de certa forma, são importantes na nossa vida. Sentimento que vai muito além de paixão, de desejo... uma coisa que toca, que mexe com a gente... que faz querer voltar o tempo e consertar tudo de errado que passou... a falta e a comodidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-2864633767788285599?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/2864633767788285599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=2864633767788285599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2864633767788285599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2864633767788285599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/06/nostalgia-uma-homenagem-voce-amigo.html' title='Nostalgia - uma homenagem a você, amigo!'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-2769701820629299886</id><published>2009-05-15T10:13:00.000-03:00</published><updated>2009-05-15T12:23:40.705-03:00</updated><title type='text'>Paráfrase do dia-a-dia</title><content type='html'>Inspirado pelo email de uma grande amiga, resolvi voltar a postar. Mudanças! Elas sempre são bem vindas, e isso já é um assunto a se discutir. Falar de sonhos, de desejos, de vontades e de anseios ficará para uma próxima reflexão-desabafo... E partindo da temática do pouco registrado nessa página, fico preso, mais uma vez, às singelas lembranças e pensamentos sobre a amizade. Como somos relapsos e até alheios, às vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Meus pais são meus melhores amigos'! Isso é uma coisa sobre a qual nunca tive dúvida, e mesmo assim sempre fui obrigado a escutar. Até mesmo como forma de cobrança, desabafo e de um bocado de ciúme. Mas qual é a alternativa quando não os temos aqui do lado? Quando somos obrigados [sim, obrigados. Porque um garoto de 13 anos, naquela época, não podia escolher o que queria, e nem podia impor a sua vontade]a mudar e deixar toda uma infância e uma 'base' para trás? Construímos uma relação de família. Aqueles que compartilham tudo com você se tornam verdadeiros heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São noites de desabafo, são dias de angústias, são os melhores e piores momentos ao lado, são a certeza de que o clichê vale a pena, e são o nosso 'número exato'. Eles comigo me fazem melhor. "Gracinha do Rodrigo (sr. jornalista sumido)", já dizia essa minha amiga. Paro e começo a pensar: o que faz a gente se afastar, a deixar de lado uma das maiores prioridades da nossa vida?. Preguiça? Descaso? Cansaço? Correria? Exigências? Cobranças? A certeza de que sempre serão bons e verdadeiros amigos? Acomodação? Eu não sei ao certo, mas sei que nada justifica essa ausência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um é bom, o outro é melhor... Mas todos juntos é excelente! Então, porque deixar as coisas irem passando?! Eu aqui, vocês aí, 'cada um com seu cada qual'! Pôxa, como é ruim. E sabe o que é pior? É saber que, talvez, provavelmente, você é o principal culpado disso. Não que seja uma culpa, e sim uma parcela imensa e majoritária de responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reciprocidade sempre foi um determinante na minha vida, e acho que ela rege as melhores relações afetuosas. Um telefonema inesperado, um SMS no seu dia caótico de jornalista daquela amiga que estava sumida há tempos, um abraço forte, um carinho de quem não faz carinho, um sorriso com olhar de cansaço, descrença, uma surpresa na madrugada, uma companhia quando se está sozinho, um segundo de distração, um momento de ócio cirativo, uma noite não programada, um esforço para estar junto, um jargão bem construido, as frases feitas e engraçadas, as surpresas... Crescemos, e essa é a ordem natural das coisas. Uma natureza bela, pálida e aconchegante. E fica uma mensagem no final, parafraseando: Eu suportaria, embora não sem dor, que morresse o meu amor, mas não suportaria, de forma alguma, que morresse um verdadeiro amigo. Toda hora é hora de pensar o quanto estamos sendo justos e sinceros [com a gente mesmo, no final].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-2769701820629299886?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/2769701820629299886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=2769701820629299886' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2769701820629299886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/2769701820629299886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2009/05/parafrase-do-dia-dia.html' title='Paráfrase do dia-a-dia'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-4503614329687141438</id><published>2008-07-21T11:08:00.000-03:00</published><updated>2008-07-21T11:41:26.083-03:00</updated><title type='text'>Decepções e fracassos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:';font-size:100%;"&gt;Depois de algum tempo sem escrever (aqui, claro), eu resolvi voltar a fazê-lo. Como se fosse uma ironia, o ‘desabafo’ de hoje é relacionado ao anterior, mesmo que seja uma outra forma de pensar a questão. Nessa hora, a gente pára pra pensar: como as coisas mudam... como a gente muda! Esse mês está estranho, delicadamente frio, estranhamente solitário e detalhadamente cheio de novidades (as boas, as ruins e as &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;péssimas&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;_______________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type"&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Generator"&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Originator"&gt;&lt;link style="FONT-FAMILY: times new roman" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMagno%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Final de junho, início de julho. A primeira coisa que se fez presente foi a dúvida. Será que teria férias? Se tivesse, será que ela seria boa? Será que haveria descanso, paz, sossego, diversão, festas, (des)encontros etc.? Tudo estava muito confuso e tudo se passava como um clarão. Ele percebia que não estava aproveitando nada, e que aquele sentimento de solidão e desespero estava tomando conta. Ainda assim, ele conseguia sorrir, fazer as piadas de sempre, entreter; se esforçava pra demonstrar que era aquele poço de confiança, segurança e destreza. Ele não sabia como lidar com nada. Ele sequer tinha domínio sobre a sua própria vida. Sim, ele estava &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:100%;" &gt;de-ses-pe-ra-do&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(!); e ninguém percebia isso!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A família. Como pensar essa ‘problemática’? Como em todos os filmes de drama/romance, o ambiente familiar tinha que ser o aconchego, o alicerce e o apoio necessários. E, mais uma vez, ele não conseguia achar nada disso. Ele nunca era bom o suficiente, mas, em contrapartida, ele era ausente o suficiente. Se dar bem, crescer, alcançar, conquistar não eram coisas boas, naquele momento. Ele tinha que parar e perceber o quanto todos esperavam dele, o quanto todos cobravam dele. Cansava (na verdade, mais doía do que cansava) ouvir e saber que nada era suficiente... sem contar em ter que agüentar ser o que era. Não havia opções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os amigos. Novos, antigos, verdadeiros... ele nem sabia mais o que era realmente a amizade. ‘Definam esse conceito! Eu não acredito em vocês, e não acredito em nada do que vocês me disserem!’ Existem, no final, colegas? No subconsciente, ele pensava: desculpe aqueles que realmente considera-o amigo... Mas há muita mágoa (ênfase!) em toda a história. Doar, tentar, analisar; ele fez de tudo, mesmo sabendo que o problema também estava com ele (pobre desnaturado), e, dessa vez, ele não iria culpa o tempo, ou a falta dele. No final, ele descobrira que realmente iria ser solitário, mesmo estando com várias pessoas ao seu lado. Que desespero!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A faculdade. Conseqüência maior de seus atos e falta de interesse, ele estava, nesse ponto, realmente preocupado! Ele assumira responsabilidades, e já que ele tinha que crescer, que fosse de uma vez; dessa vez. Isso também refletia, e reflete, em todos os seus atos e naquela sua descrença atual. Falta de léxico, de compromisso e de maturidade! Sim! Ele percebera o quão importante era, e o quanto ele gostava daquilo. Agora, nessa altura do campeonato, ele realmente estava satisfeito com a escolha feita. Talvez essa fosse a única coisa boa, atualmente. Mesmo sabendo que ele era ‘precoce’, ele estava sentido, estava machucado e realmente preocupado... Ele vira que não tinha sido responsável, sério, realista, ‘pé no chão’ o suficiente. Estão vendo? Essas questões sempre o atormentam, sem precisar que todos façam isso; e ainda assim todos, &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:100%;" &gt;to-dos!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, insistem em fazer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" face="times new roman"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" face="times new roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" face="times new roman"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" face="times new roman"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Está bom! Ele sabe que isso não é só com ele, que as coisas são fases e que tudo muda. Ele sabe aquele caduco e ressentido ditado de que você tem que pensar que tem muita gente pior. Mas ele pode ser egoísta, pelo menos dessa vez, e pensar que está tudo péssimo, está tudo vazio, está tudo perdido? Ele só quer, na verdade, não se tornar frio, vazio, egoísta, cético, descrente... Ele só quer voltar a ser o que era, quando tudo e todos eram lindos e perfeitos; quando ele sentia vontade de agradar, de esperar, de sentir... como se fosse a primeira vez, sempre! Ele gostaria de saber se expressar, de ser completo e claro... de ser aquilo que ele sonha ser, um dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-4503614329687141438?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/4503614329687141438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=4503614329687141438' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4503614329687141438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/4503614329687141438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2008/07/decepes-e-fracassos.html' title='Decepções e fracassos'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-3963592088277354350</id><published>2008-04-26T18:33:00.000-03:00</published><updated>2008-04-26T18:35:04.642-03:00</updated><title type='text'>Conhecimento inapropriado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando menos se espera, as idéias surgem, e a vontade é de ter ao alcance um meio de expressá-las e registrá-las. Nesse começo, ele estava perdido. Queria apenas escrever, manter e divulgar. Mesmo não tendo tempo, ele queria ver um filme, dois ou três... quem sabe vários; mas, infelizmente, não sobrava tempo. Nesse instante, tudo era mais importante, tudo tinha prioridade na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia quente, aconchegante e proveitoso. Ele realizara todas as suas vontades... desde quando acordara. E esse era o propósito (como ele adora conseguir seguir suas vontades!). Ao final da tarde, à espera de mais uma de suas realizações, ele pára pra ler a respeito de seu signo (pisciano ingênuo... e olha que ele não acredita nessas coisas. Ou acredita, não é mesmo?). Sentimentalista, romântico incurável, mantenedor das (verdadeiras) amizades, corrido, desnaturado, insensível (nesse momento) e, sempre, simpático. O dia mantinha-se admirável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após uma longa espera, ele pára, verdadeiramente, para pensar um pouco na vida. E nesse instante, ele se sente confuso. O medo estaria tomando conta. Aliás, seria mesmo ‘medo’? Ou seria apenas aquela velha sensação de vazio, insegurança e/ou expectativa? Acompanhado pelo seu telefone, ele esperava aquelas ligações rotineiras (e, literalmente, esperadas) e, mais ainda, a noite chegar. Tinha um “quê” de novo naquilo tudo. Vamos ao que interessa!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabe-se lá quantas vontades ele ainda tinha. Sabe-se menos ainda o que passava pela cabeça dele, ou o que ele estava planejando. Nesse ponto, entra o “x” da questão: era a vontade de encenar e a vontade de representar (e que fique claro que a representação, nesse caso, seria a realidade. Aquela mesmo, sim). “Quatro amigas e um Jeans viajante”, propositalmente sete ou oito, contado os ausentes... ainda assim, faltava a peça em comum. E, mais uma vez, nesse ponto, todos eles eram diferentes (essencialmente diferentes).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele era sorridente, ela era a melhor amiga; o outro era o namorado, que estava conhecendo o amigo estudioso; o casal era uma perfeita simetria; e aquela era empolgada (maravilhosamente empolgada); e a baixinha era a queridinha. Todos se sentiam confusos e, ao mesmo tempo, felizes. Queriam ter aquela viagem (a do filme), e queriam contar todas as novidades. Eles sabiam que havia muito segredo envolto naquilo tudo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais importante entra aqui: será que seremos felizes, no final? Ele quer filmar as suas vidas. E ele quer escrever pra que todos tenham esse final feliz, tão sonhado! Ele, certamente, tem esse poder... Porque ele conhece os defeitos e as falhas de cada um. E, mais importante que isso, ele admira isso em todos. Enfim, um pisciano é sempre intuitivo; mesmo lutando contra isso. ... O dia continuará unicamente excelente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-3963592088277354350?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/3963592088277354350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=3963592088277354350' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3963592088277354350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/3963592088277354350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2008/04/conhecimento-inapropriado.html' title='Conhecimento inapropriado'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7157607882179472960.post-7838444764926332139</id><published>2008-04-22T19:24:00.000-03:00</published><updated>2008-04-22T19:30:04.348-03:00</updated><title type='text'>'Cinemando'</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O corpo não agüentava mais; ele lutava contra a biologia e superava os limites. Sabia que aquilo não o faria bem, mesmo porque ele não sabia o que era o melhor para ele (sim, essa é a contradição). Além das dores no corpo, o nariz congestionado e os olhos “fora da órbita”, os pensamentos não paravam... ele(s) queria(m) se extravasar. A vontade era de trabalhar as questões do dia-a-dia, relacionados à vontade de unir a ficção vendida e a idéia apresentada (Hollywood sabia prender a sua atenção, sempre!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;As vontades, unindo-se aos pensamentos, se misturavam e não conseguiam se definir. As coisas poderiam ser mais fáceis. Todos estão correndo e nada pode ser admirado, a sobrecarga e a falta de tempo prejudicam as suas realizações. Será que ele conseguiria realizar o seus... anseios? Sonhos? Objetivos? Que seja! O céu é de que cor? O sorriso ainda é fácil? O que ele mais procura, nesse momento, é a realização; ou não, porque ele não deixava mais aquele tempo para ele... o menino se esvaiu, que pena! (A confusão com o tempo, nesse caso, é proposital... afinal, todos somos o propósito da efêmera vontade de conseguir). Se pensarmos bem, nada disso é complicado. A vida, essa sim é confusa; maldita!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O pai, a mãe, os amigos, todos se perdem e não conseguem mais reconhecê-lo. E essa é a única certeza: a certa opinião de que ele nem sabe mais o que é, o que quer, e ao que veio. Adianta viver assim? Haverá recompensa? Ele acha (tendo certeza) que não haverá sentimentos na rotina “sobrevivida”... que ele, definitivamente, não está satisfeito. Droga!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A empresa cinematográfica (aquela que consegue vender a sua vida) nunca vai suprir as suas sensações. Você faria isso por ele!? Acho que todos precisam de ajuda. E, sim, alem de carente, ele é bipolar (ele maquia a realidade – parabéns aos autores!). como ajuda-lo? Enfim, aqui entra a questão real: como vocês nunca vão entendê-lo mesmo, não há como, também, definir o tema desse... e não queira entender; não há como delimitar. É o primeiro, de muitos outros; e, quem sabe assim, vocês vão tentando (ou ele queira, de repente, se tornar claro). Mesmo assim, ninguém vai querer dar atenção, ou vai? Por favor!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A Madame Marmalade, como personagem preferida, nem quer ajuda-lo. Ela é prepotente, poderosa, arrogante, elegante e a charmosa... e inteligente. Maldita! Porque não ensiná-lo a essência desse poder? Com o tempo, ele vai conseguir e ele vai superar todos os seus personagens. Mesmo que clichê, a nossa citada indústria fará a nossa vontade e despertará o nosso interesse. Ele adora e suspenses bem feitos, há prazer na expectativa; ele entra em gozo permanente. Ele venera o terror; o que é melhor do que o êxtase com a desgraça do outro? O romance? Ele gosta e odeia: por quê que lá é tudo tão “feliz para sempre”? não há nada melhor do que ser dramático; e isso ele tira de letra, espertinho! Agir, ficcionar e se aventurar. Eis aqui o preâmbulo dessa história. Ele quer se “endeusar”. Êita menino esperto! Vamos ao que interessa. Você vai se interessar? Sempre? Foda-se (mentira)!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7157607882179472960-7838444764926332139?l=rodrigo-vilela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/feeds/7838444764926332139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7157607882179472960&amp;postID=7838444764926332139' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7838444764926332139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7157607882179472960/posts/default/7838444764926332139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigo-vilela.blogspot.com/2008/04/cinemando.html' title='&apos;Cinemando&apos;'/><author><name>Rodrigo Vilela.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06790508091982941742</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
